sábado, 30 de junho de 2012

Mercedes-Benz CLS Shooting Brake 2013 é revelado

A versão perua do CLS acaba de ser revelada oficialmente pela Mercedes, antes da provável estreia mundial no Salão de Paris


A Mercedes revelou por completo a versão perua de seu cupê de quatro portas, a CLS Shooting Brake. De acordo com a marca germânica, a station “permite possibilidades impressionantes” e “tem potencial para ser o modelo que iniciará um novo segmento”. O exterior desta variante familiar do CLS revela-se muito próximo das linhas exibidas pelo protótipo apresentado em 2010. O conceito, baseado na segunda geração do CLS, desperta desde então muito interesse da imprensa internacional.

Com 4,95 metros de comprimento, 1,88 m de largura e 1,41 m de altura, este novo modelo oferece como grande trunfo uma capacidade de carga entre 590 e 1.550 litros, através do rebatimento dos bancos traseiros. O acesso ao porta-malas é feito através de uma tampa com abertura automática de série. Ainda na traseira, destaque para o difusor traseiro, que incorpora a dupla saída de escape. Outra novidade são os faróis totalmente compostos pela tecnologia LED, como opcional. São 71 LEDs no total.

Em relação aos motores, a gama da CLS Shooting Brake será composta por dois motores diesel e dois a gasolina, todos equipados com a caixa automática 7G-Tonic Plus e com função ECO start/stop. Além disso, duas das variantes serão oferecidas com tração integral: o CLS 350 CDI 4MATIC BlueEfficiency e o CLS 500 4MATIC BlueEfficiency. O acesso à gama será por meio do CLS 250 CDI BlueEfficiency de 204 cv. A linha prossegue com os dois motores de seis cilindros: o CLS 350 CDI BlueEfficiency de 265 cv e o CLS 350 BlueEfficiency de 306 cv. O topo da gama será o CLS 500 BlueEfficiency, munido de um motor 4.6 V8 biturbo de 408 cv.
 




Fonte: Motor Dream
Versão Essence Dualogic leva o Fiat Palio a um patamar mais distante dos modelos de entrada.

 
A nova geração do Palio não foi só uma reformulação mecânica. Claro que a plataforma é nova e motor e transmissão são modernos, mas foi bem mais que isso. Principalmente por causa da presença do Uno na gama da Fiat. O compacto assumiu o papel de carro-chefe da marca italiana, o que provocou uma ligeira mudança na proposta do Palio. Agora, ele assume um cargo mais requintado. Não chega ao padrão mais elevado do Punto, mas é um passo além em relação aos modelos de entrada. A versão Essence é a que melhor expressa essa evolução. Traz motor 1.6, opção de transmissão automatizada e itens de série antes praticamente impensáveis no degrau inferior do mercado de carros brasileiro.

É o caso por exemplo de airbag duplo e ABS, disponíveis de fábrica, assim como ar-condicionado, direção hidráulica e trio elétrico. Mesmo com o aumento do recheio e melhoria da mecânica em geral, a Fiat praticamente manteve o preço em relação à geração anterior. Hoje, o Palio Essence custa R$ 36.590, já com o desconto do IPI. Em janeiro de 2011, a mesma configuração valia R$ 36.860 e não tinha nem os equipamentos de segurança nem o ar-condicionado de série. A comparação fica ainda mais discrepante quando se leva em conta o preço dos carros completos. Com o câmbio Dualogic, rodas de liga leve, airbags laterais, volante multifuncional e sistema de entretenimento, o modelo vai a R$ 44.377. Antes, a etiqueta apontava salgados R$ 50.511. E o carro vinha com menos equipamentos.
 

O motor continua o mesmo. É o 1.6 16V e-TorQ capaz de render 117 cv a 5.500 rpm e 16,8 kgfm de torque a 4.500 giros. A transmissão pode ser manual de cinco velocidades ou a automatizada Dualogic. Esta, por sinal, deve ser trocada pela nova e mais avançada Dualogic Plus em pouco tempo. Quando esta foi lançada no Bravo, na primeira quinzena de junho, a Fiat ainda não confirmava a sua expansão para o resto da linha. Entretanto, o sedã Linea e o monovolume Idea já receberam a atualização.

O que não deve mudar tão cedo é o visual. Lançado há pouco mais de seis meses, a segunda geração do Palio trouxe um estilo muito mais moderno e atual, que até tenta mostrar uma certa maturidade. Ele não traz o ar despojado do Uno, mas é bem feito e harmonioso. Com rivais cada vez mais diversificados – com direito à ofensiva japonesa de Nissan March e Toyota Etios –, é uma arma das mais importantes.
 
 
Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.6 16V cai bem em um compacto como o Palio. A combinação de pouco mais de mil kg e quase 17 kgfm de torque deixa o hatch bem esperto no trânsito urbano. Mesmo assim, a impressão é que o carro poderia ser mais ágil. Em baixos giros, o propulsor parece ser "preguiçoso" e demora a acordar. Só depois das 2.500 rotações o desempenho fica mais interessante. O câmbio Dualogic, apesar dos evidentes avanços desde o seu lançamento, continua indeciso. Ao menos, a Fiat oferece as borboletas atrás do volante como um opcional. Elas ajudam o motorista a extrair o máximo do conjunto. Nota 7.
Estabilidade – A nova plataforma do Palio, "herdada" do Uno, fornece rigidez e estabilidade suficiente para um carro com seus tamanho e proposta. A suspensão nesta configuração Essence não é tão dura como na Sporting, mas mesmo assim dá boa capacidade ao hatch. Até ocorre certa rolagem da carroceria, mas tudo controlado e com alguma segurança. Não chega a ser um compacto invocado, que incite a uma direção arrojada, mas ao menos não compromete a dirigibilidade. Nota 7.
Interatividade – Usar o Palio é algo simples. Ajustar o banco e o volante – que só conta com regulagem de altura – não tem mistérios. A posição de dirigir é agradável, ligeiramente elevada. O volante conta com botões que comandam o rádio, embora o controle do cruise control seja feito com uma pequena alavanca instalada na coluna. As borboletas atrás do volante facilitam a convivência com o câmbio Dualogic. Nota 7.
Consumo – O InMetro não fez medições para o Palio Essence, mas o computador de bordo marcou média de 7,5 km/l com etanol. Nota 6.
 
 
Tecnologia – O Palio usa uma plataforma moderna, vinda do Uno, lançado em 2010. Esta configuração Essence traz um motor de concepção relativamente moderna e uma lista de equipamentos de série recheada, com airbag duplo, ABS, ar-condicionado e direção hidráulica. Os opcionais adicionam outros itens úteis, como rádio com Bluetooth e as borboletas atrás do volante para trocas manuais. Nota 8.
Conforto – A renovação do Palio trouxe um carro mais estável em termos dinâmicos, mas com uma suspensão que continua beneficiando o conforto. Ela é bem calibrada e permite que se passe algumas horas dentro do carro sem maiores prejuúizos. O isolamento acústico não é dos melhores, mas está dentro do esperado. Nota 7.
Habitabilidade – O Palio é um compacto e não tem como fugir muito disso. Há espaço suficiente para quatro pessoas andarem sem muito aperto. Uma quinta, sofre bastante. A Fiat prezou pela beleza na cabine e, por isso, não há tanto espaço para guardar objetos de uso rápido. Até existe um compartimento na parte superior do painel, mas sem muita profundidade e com acesso difícil. O porta-malas perdeu 10 litros em relação à geração anterior, e agora tem 280 litros. Nota 6.
Acabamento – Em termos visuais, o interior do Palio agrada bastante. O desenho é bonito e inspirado. Na escolha de materiais, no entanto, não parece que a Fiat teve o mesmo cuidado. Os plásticos são rígidos – como é esperado – e os encaixes são pouco precisos. Além disso, existem algumas rebarbas aparentes e algumas arestas são afiadas e podem machucar. O Uno, um carro menor, é mais caprichado. Nota 6.
 
 
Design – Foi um dos pontos que o Palio mais evoluiu em relação ao anterior. A Fiat optou por um desenho moderno, que valoriza a grade dianteira herdada do 500 e as belas lanternas suspensas na traseira. Apesar de ser uma versão mais equipada, a Essence não adiciona quase nada em termos estéticos. Apenas algumas adesivos decorativos espalhados discretamente pela carroceria. Mesmo assim, o design agrada. Nota 8.
Custo/beneficio – A versão Essence 1.6 do Palio é uma das que traz melhor relação custo/benefício. O conjunto mecânico agrada, com motor eficiente, transmissão cada vez mais evoluída e comportamento dinâmico de qualidade. A lista de equipamentos de série ajuda, com direito a ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo e ABS. Com câmbio manual, ele sai por R$ 35.590 e o Dualogic adiciona R$ 2.350 à conta. Quando equipado ao máximo, com rodas de liga leve, rádio e até airbags laterais, o Palio Essence Dualogic sobe a interessantes R$ 44.377. O principal concorrente é o eterno rival Volkswagen Gol, que, com alguns equipamentos a menos, vale R$ 43.487. Nota 8.
Total – O Fiat Palio Essence Dualogic somou 70 pontos em 100 possíveis.
 
 
Impressões ao dirigir

Por trás dos panos

O papel da versão Essence na linha do Palio é dar uma opção a mais para quem quer um compacto potente, com motor 1.6, mas quer ficar longe da suspensão dura e dos apliques estéticos de gosto duvidoso do Sporting. Para isso, o carro quase não é "enfeitado". É preciso um olho atento para diferenciá-lo da versão Attractive 1.4. Por dentro acontece algo parecido. Não há nada que dê distinção para a Essence no acabamento. Isso significa que o desenho bonito do painel continua lá, assim como as peças plásticas de baixa qualidade e os encaixes imprecisos. Ainda há falta de porta-objetos.

O espaço é de um compacto. Quatro pessoas até podem viajar, mas uma quinta sofre com o aperto. Na frente, ao menos, os bancos têm espuma com densidade correta, o que permite dirigir durante algumas horas sem muitos sinais de cansaço. A falta de qualidade de acabamento também aparece no isolamento acústico. Apesar de ser algo esperado para um compacto, o barulho do motor em rotações elevadas chega a incomodar.

A suspensão é bem calibrada e consegue absorver boa parte dos impactos. Entretanto, diferentemente da antiga geração do Palio, não deixa o carro inseguro em termos dinâmicos. Como o acerto é mais voltado para o conforto, a carroceria tende a rolar nas curvas, mas nada que comprometa a segurança. O chassi mantém a rigidez torcional e deixa o motorista sempre com o controle do carro nas mãos.

O motor 1.6 16V se encaixa bem no Palio. O pouco peso – pouco mais de mil kg – ajuda na conta. Acima dos 3 mil giros há força suficiente e o carro acelera com vigor. Já em regimes baixos e médios falta torque ao propulsor. Assim, é preciso calcular com precisão ultrapassagens, por exemplo, e as reduções de marcha são mais que necessárias. O câmbio Dualogic, por sinal, continua com alguns trancos e hesitações nas trocas. Como opcional, a Fiat oferece volante multifuncional com as sempre úteis borboletas. Mesmo assim, ele erra muito em manobras de baixa velocidade. Além de o carro não mover automaticamente ao se tirar o pé do freio – prática comum aos automáticos –, ao tentar engatar a ré, por exemplo, muitas vezes o sistema não entende o pedido. Aí aparece um irritante aviso no painel pedindo para refazer a ação. Momentos que podem fazer qualquer um se arrepender de não ter ficado com o velho e eficiente câmbio manual.
 
 
Ficha técnica

Fiat Palio Essence Dualogic 1.6 16V

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.598 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio automatizado de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima: 115 cv com gasolina e 117 cv com etanol a 5.500 mil rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 9,9 segundos.
Velocidade máxima: 192 km/h
Torque máximo: 16,2 kgfm com gasolina e 16,8 kgfm com etanol a 4.500 rpm.
Diâmetro e curso: 77 mm X 85,8 mm. Taxa de compressão: 10,5:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson, com rodas independentes, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com eixo de torção com rodas semi-independentes. Dianteira do tipo McPherson, com rodas independentes, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com eixo de torção com rodas semi-independentes. Não oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 195/55 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS de série.
Carroceria: Hatchback em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,87 m de comprimento, 1,67 m de largura, 1,51 m de altura e 2,42 m de entre-eixos. Airbags frontais de série e laterais como opcional.
Peso: 1.069 kg.
Capacidade do porta-malas: 280 litros.
Tanque de combustível: 48 litros.
Produção: Betim, Brasil.
Lançamento no Brasil: 2011.
Itens de série: Ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, direção hidráulica, faróis de neblina, airbag duplo, ABS, EBD, cruise control, vidros e travas elétricas e volante com regulagem de altura.
Preço: R$ 38.940.
Opcionais: Rodas de liga leve de 15 polegadas, rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth, retrovisores elétricos, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva e luminosidade, airbags laterais e volante multifuncional com borboletas para trocas de marcha.
Preço da unidade avaliada: R$ 44.377.
 
Por: Rodrigo Machado / Auto Press
Fonte: Motor Dream

Renault Fluence 2013 reestilizado é flagrado em testes

Renault prepara primeiros retoques para Fluence no exterior

O Renault Fluence passará por leve reestilização na Europa. Lançado em 2009 no mercado europeu, o sedã médio francês receberá pequenas modificações.

Pelo pouco que podemos ver através da camuflagem, o Fluence 2013 deverá receber novos faróis, grade e para-choque dianteiros, adequados à nova linguagem de design da Renault. A tampa do porta-malas e lanternas também deverão apresentar mudanças.

Novos Sandero e Logan são flagrados em testes

As novas gerações dos dois modelos serão apresentadas no Salão de Paris, em setembro


A Dacia, subsidiária romena da Renault, já realiza os testes finais com as novas gerações do hatch Sandero e do sedã Logan. As duas novidades devem ser apresentadas já no próximo Salão de Paris, em setembro, e serão lançadas no Leste Europeu no início de 2013. O site Carscoop flagrou unidades camufladas dos dois modelos nas estradas da Romênia. Após a estreia em seu mercado de origem, os novos Sandero e Logan poderão substituir os modelos atuais vendidos no Brasil sob o emblema da Renault.

A camuflagem pesada impede palpites mais precisos sobre o visual dos dois modelos, mas o designer-chefe da Renault, Laurens van den Acker, já adiantou que os lançamentos da Dacia terão visual mais moderno e jovial, provavelmente inspirado na minivan Lodgy. Hatch e sedã, que compartilham a mesma plataforma, serão produzidos na fábrica de Mioveni, na região sul da Romênia.

A nova estratégia da Dacia é expandir sua presença para mercados mais tradicionais da Europa, como Inglaterra, Alemanha e França. A marca de baixo custo da Renault já responde por 8% de todas as exportações da Romênia. Em 2011, foram 343 mil carros vendidos em todo o mundo, contra 86 mil em 1999. A estratégia da Renault brasileira em adaptar os veículos da marca para o mercado nacional também deve continuar, assim como já ocorre com os atuais Sandero e Logan, além do utilitário Duster e, em breve, da minivan Lodgy.
 
 
 
 
Fonte: Motor Dream

Jaguar F-Type R será mostrado no Salão de Paris 2012

 A versão esportiva do novo roadster de tração traseira deve ser apresentada poucos meses após o lançamento do modelo “normal”


Confirmado pelo CEO da Jaguar, Carl-Peter Forster, o Jaguar F-Type, o roadster de tração traseira da marca britânica baseado no protótipo C-X16, será uma realidade no Salão de Paris deste ano, no final de setembro. Mas não foi a variante normal deste roadster – que compartilha a plataforma com o modelo que substituirá o atual X-Type – que a Jaguar testou no célebre circuito de Nürburgring, na Alemanha.

A pista germânica recebeu a versão R do F-Type, mais potente e com algumas diferenças em termos visuais em relação ao modelo que chega em breve. Se na versão “normal” o F-Type será equipado por um 3.0 V6 Supercharged com 380 cv, o R terá o 5.0 V8 que a maioria das versões R da Jaguar utilizam, e que, neste caso, oferecerá 450 cv de potência. Um valor impressionante para um modelo que será o menor da marca britânica.

Munido de uma capota de lona e de um defletor traseiro que se eleva automaticamente, a variante R do F-Type diferencia-se do modelo “normal” pelos para-choques dianteiro e traseiro redesenhados, mais proeminentes, um novo conjunto de rodas com desenho exclusivo, e quatro saídas de escape (uma saída dupla em cada um dos lados da traseira), no lugar das duas do modelo menos potente (colocadas em posição central). Esta alteração permitiu à Jaguar introduzir na traseira do R um difusor, onde se integram as quatro saídas de escape.

Depois do F-Type roadster “normal” e o esportivo R, será a vez das variantes cupê do modelo, tanto “normal” como R. As vendas do novo modelo, que deverá contar com um chassi inteiramente construído em alumínio, devem começar já no início de 2013. O novo esportivo britânico será produzido na fábrica da marca em Castle Bromwich, no Reino Unido.



Fonte: Motor Dream

BMW prevê queda de 40% nas vendas no Brasil em 2012

Presidente da marca justifica resultado no aumento do IPI para importados, divulgado em setembro do ano passado


A BMW fechará 2012 com queda nas vendas de 40%. De acordo com o presidente da marca no Brasil, Henning Dornbusch, os efeitos do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados ainda estão sendo sentidos pelos concessionários da marca.

“Apesar do anuncio oficial desta medida ter sido feita em setembro, sentiremos ao logo do ano. Um segundo problema, mas que reflete menos pelo preço agregado do nosso produto, é a maior restrição do crédito. Aliando isso aos problemas econômicos que o mundo vem sofrendo, deixando os consumidores mais pessimistas, teremos um resultado bem abaixo do esperado”, afirmou Dornbusch.

Porém, segundo o chefão da BMW, essas ações adversas geraram um ponto positivo para a marca. “Uma coisa que se transformou em benefício foi quanto aos estoques. Atualmente estamos alinhados com a rede de atendimento e as importações da matriz. Os carros estão ficando no pátio 30 dias em média, algo excelente para organizarmos nossas metas e balanços”, disse.

Fábrica no Brasil

Durante o evento Henning Dornbusch comentou que o projeto da fábrica ainda está parado. “Depois do regime automotivo, agora estamos aguardando um sistema de cotas para importados, semelhante ao estipulado para o México. Do jeito que está ainda não temos possibilidade efetiva de produzir carros aqui”, disse o executivo.
Fonte: Carsale

FGR Midalu 2500 V6 será produzida em série

Moto chama a atenção pelo motor artesanal de 240 cv


A FGR Midalu 2500 V6 finalmente será produzida em série. A moto de origem checa foi criada em 2004 em parceria do fundador da marca, Miroslav Felgr, com o engenheiro Oldrich Kreuz. Ela chama a atenção pelo motor artesanal V6 de 2.442cm³, que gera nada menos que 240 cv e 19,6 mkgf. Pena que o peso a seco seja alto, de 270 kg. A FGR vai produzir a moto com financiamento estatal.