
Depois da Argentina
anunciar a suspensão do acordo automotivo com o México, foi a vez do Brasil
endurecer as normas para importações de veículos do país sul-americano. De
acordo com o jornal Estado de S. Paulo, em vez dos 60 dias permitidos pela OMC -
Organização Mundial de Comércio -, as licenças para importação de carros
argentinos estão demorando até três meses para serem liberadas. Uma fonte do
governo brasileiro confirmou ao Estado que o atraso é proposital
O objetivo é pressionar a Argentina a liberar a entrada de produtos brasileiros. Mas não é só o setor automotivo que está sendo prejudicado. Vários setores estão sendo lesados pelas barreiras argentinas, como têxteis, calçados, máquinas e alimentos. Ainda segundo o periódico, executivos do setor de automóveis disseram que o atraso para a liberação das licenças reduziu o fluxo de produção das fábricas na Argentina e elevou os custos das montadoras, que têm que arcar com estacionamento de veículos nos portos. De janeiro a maio, as importações de veículos argentinos caíram 13,8%, para US$ 2,05 bilhões.
Nesta terça-feira, o governo argentino suspendeu o acordo automotivo com o México, que possui desde 2002, alegando um crescente déficit.
O objetivo é pressionar a Argentina a liberar a entrada de produtos brasileiros. Mas não é só o setor automotivo que está sendo prejudicado. Vários setores estão sendo lesados pelas barreiras argentinas, como têxteis, calçados, máquinas e alimentos. Ainda segundo o periódico, executivos do setor de automóveis disseram que o atraso para a liberação das licenças reduziu o fluxo de produção das fábricas na Argentina e elevou os custos das montadoras, que têm que arcar com estacionamento de veículos nos portos. De janeiro a maio, as importações de veículos argentinos caíram 13,8%, para US$ 2,05 bilhões.
Nesta terça-feira, o governo argentino suspendeu o acordo automotivo com o México, que possui desde 2002, alegando um crescente déficit.
Fonte: MotorDream
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