sábado, 30 de junho de 2012

Novo Fiat Bravo 2013 é lançado na Itália

 Preço inicial equivale a R$ 33.321,00


A Fiat apresenta na Itália a linha 2013 do Bravo que tem preço promocional a partir de 12.900 euros (R$ 33.321,00) e bom pacote de equipamentos desde a versão de entrada Pop que já conta com rodas de liga aro 16″, controle de estabilidade, Hill Holder, air-bags frontais e laterais entre outros.

O Bravo 2013 possui três versões de acabamento por lá, Pop, Easy e Street além de seis opções de motor 1.4 16v de 90 cv, 1.4 16v T-Jet de 120 cv, 1.4 16v MultiAir Turbo de 140 cv, 1.6 Multijet 16v de 105 ou 120 CV (o último com câmbio Dualogic) e 1.4 16v EasyPower (gasolina/GLP) de 90 CV.

A linha 2013 do Bravo está à venda a por preços a partir de 16.750 euros (R$ 43.266,00) para a versão Pop com motor 1.4 16v de 90 cv até chegar a 23.250 euros (R$ 60.056,00) para a versão Street 1.6 Multijet de 120 cv. Porém, até 31 de julho de 2012, a marca estará comercializando com o preço promocional de apenas 12.900 euros (R$ 33.321,00) em caso de troca ou entrega para sucateamento.
 

Fonte: Infomotori / Via: Carplace


EcoSport, C3, Gol e Punto 2013 serão lançados em agosto

Jipinho da Ford e hatch da Citroën ganham nova geração; VW e o Fiat, recebem reestilizações para enfrentar seus novos rivais

Citroën, Fiat, Ford e Volkswagen vão começar o segundo semestre de 2012 fazendo barulho. Segundo apurou o iG Carros, o quarteto de fabricantes prepara o lançamento de importantes produtos no período entre o final de julho e começo de agosto próximos.

Quem pensa em comprar um carro novo, em especial um compacto ou então um jipinho, se esperar mais um mês e meio terá ainda mais opções, algumas “quentinhas”. Apenas nessa tacada mudarão Citroën C3 e Ford EcoSport, estreando novas gerações, ao passo que VW Gol/Voyage e Fiat Punto vêm com reestilizações.


Muito aguardado no Brasil, a nova geração do Ford EcoSport vai ter até versão com sete lugares

Ford EcoSport

Talvez o carro mais esperado do ano no mercado brasileiro, a nova geração do EcoSport ainda nem chegou e já está dando o que falar. E bem. No geral, o jipinho da Ford vem sendo elogiado pelo visual moderno e acabamento melhorado, embora ninguém ainda saiba como ele se comporta em movimento. Mas se depender das opções de motorização já divulgadas pela marca isso não deverá ser um problema. O novo Eco terá opções 1.6 (da família Sigma) e 2.0 (Duratec), ambos já utilizados nos modelos New Fiesta e Focus com sucesso. Haverá ainda opção de câmbio automático e tração 4x4 para a versão com motor de dois litros, como ocorre na linha atual.

A Ford ainda não divulga nenhuma infomação sobre preços, mas concessionários já confirmam que oEcoSport 2013 não custará menos que R$ 50.000. Serão ao menos três versões de acabamento –XLT, Freestyle e Titanium – com diferentes listas de equipamentos e itens de decoração. A montadora está preparando até um versão com 7 lugares, com dois bancos rebatíveis no assoalho do porta-malas.


Projeção do iG: o novo C3 terá parabrisa panorâmico e até luzes de LED no para-choque frontal

Citroën C3

Outra nova geração que chega em julho é a do Citroën C3. “Queridinho” do público feminino, o hatch francês que não muda desde 2008 vai evoluir e ficar parecido com o modelo fabricado na França. Só não será igual pois a operação brasileira da montadora dos chevrons economizou alguns milhões no desenvolvimento da versão nacional, que, apesar do novo visual, ainda manterá uma série de componentes da série atual.

Compacto “Premium”, o novo C3 deve ganhar novos equipamentos de conforto e praticidade, como ar-condicionado dual zone e até GPS já embutido no painel. Já na parte de motorização, o principal destaque será a introdução do motor 1.6 Flex Start – o mesmo do Peugeot 308 -, que dispensa o tanquinho de gasolina auxiliar para partidas. Por conta da atualização, os preços do veículo também devem subir a ponto da versão de entrada bater na faixa dos R$ 40.000 – o modelo atual parte de R$ 38.490.


Projeção iG Carros: Gol e Voyage passarão por seus primeiros facelifts nesta nova fase de design

Volkswagen Gol

Até o VW Gol, o carro mais vendido do Brasil, vai ganhar novidades no segundo semestre. Para manter seu reinado, a montadora investirá na receita mais conhecida no mercado nacional: facelift e atualização de conteúdo. Conforme apuramos, o compacto popular da Volkswagen vai receber em agosto uma nova cara, parecida com a do Fox mais recente, e seu interior ganhará mais itens, hoje opcionais, e detalhes de acabamento mais refinados.

A montadora, entretanto, não vai mudar um parafuso sequer nos motores, hoje disponíveis nas opções 1.0 e 1.6. No compasso do Gol, o sedã Voyage também receberá as mesmas mudanças. Já as novidades para linha Saveiro são para mais adiante.


A reformulação que a Fiat prepara para o Punto é parecida com a do modelo Europeu, chamado Punto Evo

Fiat Punto

Outro carro que vai mudar para manter sua competitividade no mercado nacional é o Fiat Punto. O hatch compacto premium fabricado em Betim (MG) vai ganhar uma atualização muito semelhante a do mesmo carro à venda na Europa, cujo nome até mudou para “Punto Evo”– esse nome também pode ser usado no Brasil. São basicamente alterações no visual, com reestilizações das porções frontal e traseira do veículo de acordo com o padrão mundial da marca, além de uma completa reformulação do interior, com novo desenho de painel e console e materiais de acabamento mais, digamos, reluzentes – a marca vai usar e abusar de plástico laqueado na cabine do Punto 2013.

Não espere, portanto, mudanças na parte mecânica do Punto, até porque não há do que reclamar, em especial das versões equipadas com os motores 1.6 e 1.8 da gama E.torQ. No mais, a Fiat manterá o bloco 1.4 Fire na série de entrada e o câmbio automatizado Dualogic desde a versão intermediáriaEssence e o modelo esportivo T-Jet também continuará disponível com as devidas mudanças na passagem para a linha 2013, que chega às concessionárias no começo de agosto.

Por: Thiago Vinholes / Fonte: Carros.iG



Renault quer cortar 300 empregos na França

Marca francesa vai antecipar aposentadorias e contar com saídas voluntárias nos próximos dois anos


A crise que atinge a Europa segue atormentando as grandes fabricantes de carro. Dessa vez, a Renault disse que planeja cortar 300 empregos em sua fábrica na França, de acordo com o site Reuters. O corte deve acontecer nos próximos dois anos na unidade de Flins, perto de Paris. As demissões serão feitas através de antecipações de aposentadoria e saídas voluntárias, explicou Raluca Barb, porta-voz da Renault.

A instalação francesa é responsável pela produção do compacto Clio e está se preparando para a fabricação da nova geração do modelo, bem como o Zoe, carro elétrico da marca que será lançado esse ano. A estimativa é de que o Zoe chegue ao mercado europeu custando cerca de 21 mil euros – aproximadamente R$ 48 mil. Ele irá integrar a gama de elétricos da Renault, da qual já fazem parte o sedã Fluence Z.E., a multivan Kangoo Z.E, e o pequeno Twizy, que tem apenas 2,30 m de comprimento e 1,19 m de largura.
 

Fonte: Motor Dream

Mercedes-Benz CLS Shooting Brake 2013 é revelado

A versão perua do CLS acaba de ser revelada oficialmente pela Mercedes, antes da provável estreia mundial no Salão de Paris


A Mercedes revelou por completo a versão perua de seu cupê de quatro portas, a CLS Shooting Brake. De acordo com a marca germânica, a station “permite possibilidades impressionantes” e “tem potencial para ser o modelo que iniciará um novo segmento”. O exterior desta variante familiar do CLS revela-se muito próximo das linhas exibidas pelo protótipo apresentado em 2010. O conceito, baseado na segunda geração do CLS, desperta desde então muito interesse da imprensa internacional.

Com 4,95 metros de comprimento, 1,88 m de largura e 1,41 m de altura, este novo modelo oferece como grande trunfo uma capacidade de carga entre 590 e 1.550 litros, através do rebatimento dos bancos traseiros. O acesso ao porta-malas é feito através de uma tampa com abertura automática de série. Ainda na traseira, destaque para o difusor traseiro, que incorpora a dupla saída de escape. Outra novidade são os faróis totalmente compostos pela tecnologia LED, como opcional. São 71 LEDs no total.

Em relação aos motores, a gama da CLS Shooting Brake será composta por dois motores diesel e dois a gasolina, todos equipados com a caixa automática 7G-Tonic Plus e com função ECO start/stop. Além disso, duas das variantes serão oferecidas com tração integral: o CLS 350 CDI 4MATIC BlueEfficiency e o CLS 500 4MATIC BlueEfficiency. O acesso à gama será por meio do CLS 250 CDI BlueEfficiency de 204 cv. A linha prossegue com os dois motores de seis cilindros: o CLS 350 CDI BlueEfficiency de 265 cv e o CLS 350 BlueEfficiency de 306 cv. O topo da gama será o CLS 500 BlueEfficiency, munido de um motor 4.6 V8 biturbo de 408 cv.
 




Fonte: Motor Dream
Versão Essence Dualogic leva o Fiat Palio a um patamar mais distante dos modelos de entrada.

 
A nova geração do Palio não foi só uma reformulação mecânica. Claro que a plataforma é nova e motor e transmissão são modernos, mas foi bem mais que isso. Principalmente por causa da presença do Uno na gama da Fiat. O compacto assumiu o papel de carro-chefe da marca italiana, o que provocou uma ligeira mudança na proposta do Palio. Agora, ele assume um cargo mais requintado. Não chega ao padrão mais elevado do Punto, mas é um passo além em relação aos modelos de entrada. A versão Essence é a que melhor expressa essa evolução. Traz motor 1.6, opção de transmissão automatizada e itens de série antes praticamente impensáveis no degrau inferior do mercado de carros brasileiro.

É o caso por exemplo de airbag duplo e ABS, disponíveis de fábrica, assim como ar-condicionado, direção hidráulica e trio elétrico. Mesmo com o aumento do recheio e melhoria da mecânica em geral, a Fiat praticamente manteve o preço em relação à geração anterior. Hoje, o Palio Essence custa R$ 36.590, já com o desconto do IPI. Em janeiro de 2011, a mesma configuração valia R$ 36.860 e não tinha nem os equipamentos de segurança nem o ar-condicionado de série. A comparação fica ainda mais discrepante quando se leva em conta o preço dos carros completos. Com o câmbio Dualogic, rodas de liga leve, airbags laterais, volante multifuncional e sistema de entretenimento, o modelo vai a R$ 44.377. Antes, a etiqueta apontava salgados R$ 50.511. E o carro vinha com menos equipamentos.
 

O motor continua o mesmo. É o 1.6 16V e-TorQ capaz de render 117 cv a 5.500 rpm e 16,8 kgfm de torque a 4.500 giros. A transmissão pode ser manual de cinco velocidades ou a automatizada Dualogic. Esta, por sinal, deve ser trocada pela nova e mais avançada Dualogic Plus em pouco tempo. Quando esta foi lançada no Bravo, na primeira quinzena de junho, a Fiat ainda não confirmava a sua expansão para o resto da linha. Entretanto, o sedã Linea e o monovolume Idea já receberam a atualização.

O que não deve mudar tão cedo é o visual. Lançado há pouco mais de seis meses, a segunda geração do Palio trouxe um estilo muito mais moderno e atual, que até tenta mostrar uma certa maturidade. Ele não traz o ar despojado do Uno, mas é bem feito e harmonioso. Com rivais cada vez mais diversificados – com direito à ofensiva japonesa de Nissan March e Toyota Etios –, é uma arma das mais importantes.
 
 
Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.6 16V cai bem em um compacto como o Palio. A combinação de pouco mais de mil kg e quase 17 kgfm de torque deixa o hatch bem esperto no trânsito urbano. Mesmo assim, a impressão é que o carro poderia ser mais ágil. Em baixos giros, o propulsor parece ser "preguiçoso" e demora a acordar. Só depois das 2.500 rotações o desempenho fica mais interessante. O câmbio Dualogic, apesar dos evidentes avanços desde o seu lançamento, continua indeciso. Ao menos, a Fiat oferece as borboletas atrás do volante como um opcional. Elas ajudam o motorista a extrair o máximo do conjunto. Nota 7.
Estabilidade – A nova plataforma do Palio, "herdada" do Uno, fornece rigidez e estabilidade suficiente para um carro com seus tamanho e proposta. A suspensão nesta configuração Essence não é tão dura como na Sporting, mas mesmo assim dá boa capacidade ao hatch. Até ocorre certa rolagem da carroceria, mas tudo controlado e com alguma segurança. Não chega a ser um compacto invocado, que incite a uma direção arrojada, mas ao menos não compromete a dirigibilidade. Nota 7.
Interatividade – Usar o Palio é algo simples. Ajustar o banco e o volante – que só conta com regulagem de altura – não tem mistérios. A posição de dirigir é agradável, ligeiramente elevada. O volante conta com botões que comandam o rádio, embora o controle do cruise control seja feito com uma pequena alavanca instalada na coluna. As borboletas atrás do volante facilitam a convivência com o câmbio Dualogic. Nota 7.
Consumo – O InMetro não fez medições para o Palio Essence, mas o computador de bordo marcou média de 7,5 km/l com etanol. Nota 6.
 
 
Tecnologia – O Palio usa uma plataforma moderna, vinda do Uno, lançado em 2010. Esta configuração Essence traz um motor de concepção relativamente moderna e uma lista de equipamentos de série recheada, com airbag duplo, ABS, ar-condicionado e direção hidráulica. Os opcionais adicionam outros itens úteis, como rádio com Bluetooth e as borboletas atrás do volante para trocas manuais. Nota 8.
Conforto – A renovação do Palio trouxe um carro mais estável em termos dinâmicos, mas com uma suspensão que continua beneficiando o conforto. Ela é bem calibrada e permite que se passe algumas horas dentro do carro sem maiores prejuúizos. O isolamento acústico não é dos melhores, mas está dentro do esperado. Nota 7.
Habitabilidade – O Palio é um compacto e não tem como fugir muito disso. Há espaço suficiente para quatro pessoas andarem sem muito aperto. Uma quinta, sofre bastante. A Fiat prezou pela beleza na cabine e, por isso, não há tanto espaço para guardar objetos de uso rápido. Até existe um compartimento na parte superior do painel, mas sem muita profundidade e com acesso difícil. O porta-malas perdeu 10 litros em relação à geração anterior, e agora tem 280 litros. Nota 6.
Acabamento – Em termos visuais, o interior do Palio agrada bastante. O desenho é bonito e inspirado. Na escolha de materiais, no entanto, não parece que a Fiat teve o mesmo cuidado. Os plásticos são rígidos – como é esperado – e os encaixes são pouco precisos. Além disso, existem algumas rebarbas aparentes e algumas arestas são afiadas e podem machucar. O Uno, um carro menor, é mais caprichado. Nota 6.
 
 
Design – Foi um dos pontos que o Palio mais evoluiu em relação ao anterior. A Fiat optou por um desenho moderno, que valoriza a grade dianteira herdada do 500 e as belas lanternas suspensas na traseira. Apesar de ser uma versão mais equipada, a Essence não adiciona quase nada em termos estéticos. Apenas algumas adesivos decorativos espalhados discretamente pela carroceria. Mesmo assim, o design agrada. Nota 8.
Custo/beneficio – A versão Essence 1.6 do Palio é uma das que traz melhor relação custo/benefício. O conjunto mecânico agrada, com motor eficiente, transmissão cada vez mais evoluída e comportamento dinâmico de qualidade. A lista de equipamentos de série ajuda, com direito a ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo e ABS. Com câmbio manual, ele sai por R$ 35.590 e o Dualogic adiciona R$ 2.350 à conta. Quando equipado ao máximo, com rodas de liga leve, rádio e até airbags laterais, o Palio Essence Dualogic sobe a interessantes R$ 44.377. O principal concorrente é o eterno rival Volkswagen Gol, que, com alguns equipamentos a menos, vale R$ 43.487. Nota 8.
Total – O Fiat Palio Essence Dualogic somou 70 pontos em 100 possíveis.
 
 
Impressões ao dirigir

Por trás dos panos

O papel da versão Essence na linha do Palio é dar uma opção a mais para quem quer um compacto potente, com motor 1.6, mas quer ficar longe da suspensão dura e dos apliques estéticos de gosto duvidoso do Sporting. Para isso, o carro quase não é "enfeitado". É preciso um olho atento para diferenciá-lo da versão Attractive 1.4. Por dentro acontece algo parecido. Não há nada que dê distinção para a Essence no acabamento. Isso significa que o desenho bonito do painel continua lá, assim como as peças plásticas de baixa qualidade e os encaixes imprecisos. Ainda há falta de porta-objetos.

O espaço é de um compacto. Quatro pessoas até podem viajar, mas uma quinta sofre com o aperto. Na frente, ao menos, os bancos têm espuma com densidade correta, o que permite dirigir durante algumas horas sem muitos sinais de cansaço. A falta de qualidade de acabamento também aparece no isolamento acústico. Apesar de ser algo esperado para um compacto, o barulho do motor em rotações elevadas chega a incomodar.

A suspensão é bem calibrada e consegue absorver boa parte dos impactos. Entretanto, diferentemente da antiga geração do Palio, não deixa o carro inseguro em termos dinâmicos. Como o acerto é mais voltado para o conforto, a carroceria tende a rolar nas curvas, mas nada que comprometa a segurança. O chassi mantém a rigidez torcional e deixa o motorista sempre com o controle do carro nas mãos.

O motor 1.6 16V se encaixa bem no Palio. O pouco peso – pouco mais de mil kg – ajuda na conta. Acima dos 3 mil giros há força suficiente e o carro acelera com vigor. Já em regimes baixos e médios falta torque ao propulsor. Assim, é preciso calcular com precisão ultrapassagens, por exemplo, e as reduções de marcha são mais que necessárias. O câmbio Dualogic, por sinal, continua com alguns trancos e hesitações nas trocas. Como opcional, a Fiat oferece volante multifuncional com as sempre úteis borboletas. Mesmo assim, ele erra muito em manobras de baixa velocidade. Além de o carro não mover automaticamente ao se tirar o pé do freio – prática comum aos automáticos –, ao tentar engatar a ré, por exemplo, muitas vezes o sistema não entende o pedido. Aí aparece um irritante aviso no painel pedindo para refazer a ação. Momentos que podem fazer qualquer um se arrepender de não ter ficado com o velho e eficiente câmbio manual.
 
 
Ficha técnica

Fiat Palio Essence Dualogic 1.6 16V

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.598 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio automatizado de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima: 115 cv com gasolina e 117 cv com etanol a 5.500 mil rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 9,9 segundos.
Velocidade máxima: 192 km/h
Torque máximo: 16,2 kgfm com gasolina e 16,8 kgfm com etanol a 4.500 rpm.
Diâmetro e curso: 77 mm X 85,8 mm. Taxa de compressão: 10,5:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson, com rodas independentes, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com eixo de torção com rodas semi-independentes. Dianteira do tipo McPherson, com rodas independentes, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com eixo de torção com rodas semi-independentes. Não oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 195/55 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS de série.
Carroceria: Hatchback em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,87 m de comprimento, 1,67 m de largura, 1,51 m de altura e 2,42 m de entre-eixos. Airbags frontais de série e laterais como opcional.
Peso: 1.069 kg.
Capacidade do porta-malas: 280 litros.
Tanque de combustível: 48 litros.
Produção: Betim, Brasil.
Lançamento no Brasil: 2011.
Itens de série: Ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, direção hidráulica, faróis de neblina, airbag duplo, ABS, EBD, cruise control, vidros e travas elétricas e volante com regulagem de altura.
Preço: R$ 38.940.
Opcionais: Rodas de liga leve de 15 polegadas, rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth, retrovisores elétricos, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva e luminosidade, airbags laterais e volante multifuncional com borboletas para trocas de marcha.
Preço da unidade avaliada: R$ 44.377.
 
Por: Rodrigo Machado / Auto Press
Fonte: Motor Dream

Renault Fluence 2013 reestilizado é flagrado em testes

Renault prepara primeiros retoques para Fluence no exterior

O Renault Fluence passará por leve reestilização na Europa. Lançado em 2009 no mercado europeu, o sedã médio francês receberá pequenas modificações.

Pelo pouco que podemos ver através da camuflagem, o Fluence 2013 deverá receber novos faróis, grade e para-choque dianteiros, adequados à nova linguagem de design da Renault. A tampa do porta-malas e lanternas também deverão apresentar mudanças.

Novos Sandero e Logan são flagrados em testes

As novas gerações dos dois modelos serão apresentadas no Salão de Paris, em setembro


A Dacia, subsidiária romena da Renault, já realiza os testes finais com as novas gerações do hatch Sandero e do sedã Logan. As duas novidades devem ser apresentadas já no próximo Salão de Paris, em setembro, e serão lançadas no Leste Europeu no início de 2013. O site Carscoop flagrou unidades camufladas dos dois modelos nas estradas da Romênia. Após a estreia em seu mercado de origem, os novos Sandero e Logan poderão substituir os modelos atuais vendidos no Brasil sob o emblema da Renault.

A camuflagem pesada impede palpites mais precisos sobre o visual dos dois modelos, mas o designer-chefe da Renault, Laurens van den Acker, já adiantou que os lançamentos da Dacia terão visual mais moderno e jovial, provavelmente inspirado na minivan Lodgy. Hatch e sedã, que compartilham a mesma plataforma, serão produzidos na fábrica de Mioveni, na região sul da Romênia.

A nova estratégia da Dacia é expandir sua presença para mercados mais tradicionais da Europa, como Inglaterra, Alemanha e França. A marca de baixo custo da Renault já responde por 8% de todas as exportações da Romênia. Em 2011, foram 343 mil carros vendidos em todo o mundo, contra 86 mil em 1999. A estratégia da Renault brasileira em adaptar os veículos da marca para o mercado nacional também deve continuar, assim como já ocorre com os atuais Sandero e Logan, além do utilitário Duster e, em breve, da minivan Lodgy.
 
 
 
 
Fonte: Motor Dream