sábado, 23 de junho de 2012

Novo Toyota Corolla XRS 2013 já vendeu 1027 unidades no Brasil

Toyota Corolla XRS já vendeu 30% do previsto para 2012


A Toyota contabilizou a venda de 1.027 unidades do novo Corolla XRS 2013 no Brasil, versão com visual esportivo do modelo mais vendido da montadora e o mais consumido do mundo. Lançado por aqui em abril, o volume emplacado até agora pela nova versão XRS representa 30% das vendas estimadas para a versão em todo o ano e 11% das vendas totais do Corolla no País.

Segundo a Toyota, o Corolla se mantém na liderança de seu segmento de sedãs médios no mercado brasileiro, com 20,6 mil unidades emplacadas de janeiro a maio de 2012. No mundo, o Corolla foi o carro mais vendido pela segunda vez consecutiva, com 1,02 milhão de unidades entregues, segundo estudo da revista de economia Forbes. A pesquisa revelou que os consumidores de 150 países onde o modelo é vendido o escolhem por critérios de eficiência no consumo de combustível e confiabilidade.

A versão Corolla XRS traz características esportivas ao tradicional modelo da Toyota. No exterior, destaque para a nova grade frontal, com moldura mais larga, com único filete central e acabamento inferior em forma de losango. Os faróis com máscara negra, spoiler fixado na parte inferior do para-choque e luz de neblina completam o conjunto frontal. A traseira conta com spoiler e aerofólio, o logotipo Corolla XRS 2013 com letras em vermelho e lanternas de led.

Interiormente, o carro conta com assentos e manopla de câmbio com acabamento de couro perfurado, tapetes exclusivos para a versão, volante com controles do sistema de som e computador de bordo, além das borboletas do câmbio sequencial.

A versão Corolla XRS (automático) é oferecida no mercado com preço sugerido de R$ 79,5 mil.
 
 

GM abre novo PDV em duas fábricas no Brasil

Desta vez, PDV afeta também São Caetano do Sul


GM de São Caetano do Sul (SP)

A General Motors anunciou nesta sexta-feira, dia 22, a abertura de um novo Programa de Demissões Voluntárias (PDV) em São José dos Campos (SP), o segundo em menos de um mês. Desta vez, a montadora estendeu a medida também à fábrica de São Caetano do Sul (SP). Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, o PDV foi aberto nesta sexta-feira, 22, e se encerra no dia 2 de julho para todos os trabalhadores da produção.

No programa anterior, encerrado em 15 de junho, houve 186 adesões. No período de um ano, a GM já fechou cerca de 2 mil postos de trabalho nas fábricas de São José dos Campos e São Caetano do Sul. A montadora não informou quantas demissões pretende atingir com esse novo programa. Para o sindicato, o PDV seria desnecessário por não haver mão de obra excedente e porque as vendas do setor automotivo tiveram crescimento significativo depois da redução de IPI concedida pelo governo.

O Sindicato também defende a reabertura do segundo turno do MVA, onde são montados Corsa, Meriva e Zafira. “Não há motivo para a GM continuar demitindo, principalmente porque tem recebido incentivos do governo, que deveria cobrar da empresa a manutenção dos postos de trabalho”, afirma o presidente do sindicato, Antônio Ferreira de Barros. “Além disso, os cortes vão sobrecarregar ainda mais os trabalhadores que continuarem na fábrica.”

O presidente do sindicato reuniu-se nesta sexta-feira com o secretário de Relações do Trabalho de São José dos Campos, Ricardo Dinelli, e com o secretário de Desenvolvimento Econômico, José de Mello Corrêa, para discutir a situação dos trabalhadores da GM. O sindicato voltou a cobrar que a prefeitura se posicione diante das demissões que vêm ocorrendo na GM e interceda para que o governador Geraldo Alckmin receba o sindicato.

O secretário Dinelli, entretanto, afirmou que não vai se manifestar sobre as demissões e não quer envolver o governo do Estado no assunto. Ele afirmou ainda que só se manifestará em caso de demissão em massa. O presidente do sindicato também apresentou aos secretários as propostas que foram encaminhadas à GM como forma de garantir a manutenção e ampliação dos postos de trabalho na fábrica.

O que propõe o Sindicato à GM:

- manutenção dos postos de trabalho;
- produção de 100% do Classic em São José dos Campos;
- nacionalização da produção dos veículos trazidos do exterior;
- volta da produção de caminhões em São José dos Campos;
- reabertura do segundo turno do MVA;
- reintegração dos demitidos.

Preços da Nova Ford Ranger 2013 são revelados

Preços da Nova Ford Ranger 2013 variam de R$ 75.500 a R$ 130.900


A Ford realizará a apresentação oficial da Nova Ranger 2013 para a imprensa especializada na semana que vem na Argentina, mas como as revistas testam os carros antes para o fechamento das edições, praticamente todas já testaram a nova geração da picape e revelam a faixa preços oficiais do modelo.

Para não divulgar todas os preços de uma só vez, a Ford informou para as revistas a versão de cabine dupla 4×2 equipada com o motor 2.5 Flex XLT vai custar R$ 75.500. Este propulsor bicombustível é o 2.5 Duratec com duplo comando variável e que entrega 173 cv de potência.

A versão top de linha será a Ranger 4×4 3.2 Diesel Limited com câmbio automático que custará R$ 130.900. Esta versão também chega como a mais potente da categoria, tanto em torque quanto potência, pois este propulsor 3.2 Duratorq entrega 200 cavalos de potência e torque de 47,9 kgfm, exatamente o mesmo da Nova S10. Entre o itens de série desta versão, destaque para os seis airbags, navegador GPS integrado no painel, sistema de auxílio ao estacionamento com câmera de ré entre outros itens.
 



Fonte: Carplace


Novo Chevrolet Malibu 2013 é lançado nos Estados Unidos

Modelo topo de linha custa US$ 30.925. Carro possui novo motor 2.5 de 199 cavalos


A GM divulgou os valores da nova geração do Chevrolet Malibu, que chega ao mercado dos Estados Unidos. O modelo fez sua estreia mundial nos Salões de Nova York e Xangai de 2011 e foi totalmente modificado, utilizando a plataforma Buick Regal. O preço base do modelo no país é de US$ 23.150, equivalente a R$ 47.126,46, na versão de entrada LS. A topo de linha LTZ será comercializada por US$ 30.925, cerca de R$ 62.954,02.

O modelo possui nova opção de motor 2.5 litros Ecotec, que equipa as versões LS, LT and LTZ. Segundo a marca, o propulsor rende 199,73 cv. Ainda há o motor 2.0 a diesel para o LT e a LTZ, que atinge 262,59 cv. Já o modelo ECO possui motor 2.4. Todas as versões possuem 10 airbgs e freios ABS.
 

Fonte: G1.Globo.com

Distribuição do diesel S-50 no Brasil ainda é irregular

Distribuição de diesel S-50 no Brasil ainda enfrenta questão geográfica seis meses depois de sua implantação

Na virada do ano, o Brasil deu um passo importante para a modernização dos modelos comerciais – leves e pesados – vendidos por aqui. Todos os veículos movidos a diesel fabricados a partir de janeiro deste ano foram obrigados a se adaptar à fase Proconve P7, equivalente ao Euro 5, que prevê normas de emissão de poluentes mais exigentes. E uma das principais mudanças é o novo diesel S-50. Como os motores precisam ser abastecidos com um combustível menos poluente. Só que a opção do Governo Federal foi vender o S-50 junto com os antigos e mais baratos S-500 e S-1800. E a distribuição – de extrema importância para os consumidores dos novos modelos, que podem ter problemas mecânicos sem eles – ainda é irregular. Seis meses depois do início da medida entrar em vigor, a situação ainda varia muito dependendo da região.

Isso se dá principalmente pela regra de distribuição do S-50. A ANP – Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – estipula que qualquer posto que tiver número de bombas de diesel superior à gasolina/etanol é obrigado a vender o novo combustível. Isso não impede que o dono de posto de gasolina possa ter a bomba com o novo combustível em seu estabelecimento, se interessar. Dessa forma, de acordo com a entidade, hoje são 3.728 postos obrigados a comercializar o diesel S-50 em todo o Brasil e outros 1.067 vendem o novo tipo de combustível voluntariamente. No total, são quase 4.800 postos, de um universo que supera os 38 mil revendedores – pouco mais de 12%.

Uma olhada rápida na lista dos lugares que o diesel é vendido revela outro problema. A maioria das novas bombas fica nas estradas, lugares em que, pela lei, estão obrigadas a estar presente. Nas cidades, onde o número de bicos de gasolina/etanol é geralmente superior, a proporção cai. Em uma cidade como Belo Horizonte, por exemplo, existem apenas seis postos cadastrados. Enquanto isso, em Belém, capital com rota rodoviária comercial bastante usada, são 106. Ou seja, dependendo da localização, a diferença é absurda. "Muitos postos urbanos já passaram para S-50. Isso já foi constatado. Mas, mesmo assim, é possível que em cidades menores, possa existir dificuldade para achar o combustível", contemporiza Alísio Vaz, presidente executivo do Sindicom – Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes.
Nas maiores cidades brasileiras, a distribuição é boa, mas muito mais por iniciativa dos revendedores. No Rio de Janeiro, por exemplo, são apenas seis obrigatórios e 42 vendendo o diesel voluntariamente. Em São Paulo, são quatro por lei e 28 por vontade própria. Uma das razões para a oferta ainda tímida é exatamente a demanda. Apesar de já existirem seis meses de comercialização do diesel, muitas montadoras fizeram estoques de modelos Euro 3, que ainda são vendidos. "Não faz sentido colocar uma quantidade absurda de S-50 se não tem cliente para consumir. A quantidade de postos de hoje é mais que suficiente para a atender a demanda atual", se defende Alísio, do Sindicom, que também informa que a maioria das bombas S-50 está distante 100 km uma da outra.

A falta de uma oferta vasta do diesel S-50 fica mais agravada quando se leva em conta os eventuais prejuízos de se usar um combustível menos puro nos modelos mais modernos. "A tecnologia é bastante robusta e até permite a utilização de um diesel com mais enxofre, mas apenas se for algo temporário. Se isso acontecer em uso prolongado, alguns componentes terão sua vida diminuída, caso do catalisador, por exemplo. E como são peças de alto teor tecnológico, são caras em termos de reposição", avalia Marco Liccardo, diretor do centro de desenvolvimento da Iveco em Sete Lagoas.

Entre os comerciais leves, o discurso é semelhante. A Volkswagen Amarok, por exemplo, a situação é mais delicada. Por ser equipada com um motor feito especialmente para o Euro 5 – desenvolvido na Europa –, o uso do diesel antigo pode acarretar problemas maiores. A marca avisa que os principais contratempos podem surgir no filtro de partículas, sobrecarregado com alta quantidade de enxofre. Já na Toyota, fabricante que usa um motor adaptado às novas normas de emissão, existe até a possibilidade de uso do combustível antigo. Mas sob pena de eliminação dos benefícios, como a redução na emissão de poluentes e menor consumo.

Ou seja, existe a real necessidade do abastecimento dos veículos mais modernos com o S-50. Eles são praticamente obrigados a rodar com ele a fim de manter os benefícios prometidos – e cobrados – pelas marcas. A despeito disso o combustível é distribuído de forma quase arbitrária, sem tanto compromisso. Uma contradição que corre risco até de eliminar as óbvias vantagens da modernização da frota nacional.
por Rodrigo Machado - Auto Press
Fonte: MotorDream

Nissan Tiida Sedan 2013 ganha câmbio automático

Ainda sem preço definido, nova opção tentará puxar as vendas do modelo


O Nissan Tiida Sedan ganhará em breve uma nova versão equipada com câmbio automático. Pelo menos é o que a própria marca diz na página do modelo em seu site. Embora não tenha divulgado especificações técnicas, esse câmbio deverá ser o mesmo que equipa a versão hatch e trabalhará em conjunto com o motor 1.8 16V, que desenvolve 126 cv com etanol e 125 cv com gasolina. Seu preço ainda não foi divulgado, mas, assim ocorre com o dois-volumes, deve ficar aproximadamente R$ 3.800 mais caro.

No mercado brasileiro desde 2010, o Tiida Sedan é daquele tipo de produto que quer atrair o público pelo custo-beneficio, uma vez que o seu design não é tão atraente como o de outros carros com quem concorre, como o Ford New Fiesta e o Chevrolet Sonic Sedan. Seus números de vendas também não chegam a empolgar. De janeiro até maio, por exemplo, o modelo teve apenas 915 unidades emplacadas.
 
Fonte: Carros.iG

Crescimento nas vendas de automóveis é reflexo das medidas do governo

 Redução do IPI e maior facilidade de crédito são principais responsáveis por alta na primeira quinzena de junho


As vendas de automóveis e comerciais leves tiveram crescimento de 19,24% na primeira quinzena de junho, se comparadas às da primeira quinzena de maio. Já em relação ao mesmo período de 2011, a alta foi ainda maior, de 23,91%, segundo dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Em entrevista ao site IG Carros, o presidente da entidade, Flávio Meneghetti, afirmou que o bom desempenho é resultado direto das medidas do governo, de reduzir o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), aliado à redução do spread bancário, o incremento no ritmo de aprovação de crédito – a média de aprovação subiu de 30% para 50% a 55% -, além da redução da margem das montadoras e da rede de distribuição. Nos primeiros quinze dias do mês, foram emplacados 175.659 automóveis e comerciais leves. “A média diária de emplacamentos foi de 15.920 unidades, enquanto a de maio foi de 12.500, mas precisamos levar em conta que muitos dos emplacamentos realizados neste mês foram de carros vendidos ainda em maio, depois do anúncio das medidas”, avaliou Meneghetti.

Na opinião de Paulo Roberto Garbossa, diretor da consultoria ADK Automotive, houve uma corrida às concessionárias no fim de maio. “Além da redução do IPI, as montadoras também deram descontos nos preços dos carros zero-quilômetro e realizaram feirões. Comprar ficou mais fácil não só por causa dos valores, mas também por conta dos prazos de financiamento.”

Francisco Satkunas, consultor automobilístico e conselheiro da SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), acredita que esse salto nas vendas pode ser uma bolha momentânea. “Quando os consumidores deixaram de comprar carros, eles não deixaram de desejar a compra, simplesmente decidiram esperar. Com a redução dos impostos por período determinado, eles aproveitaram a oportunidade para comprar”, analisou.

Diante do quadro atual, Satkunas aponta que, neste ano, o mercado deve crescer cerca de 3% em relação ao ano passado. “Se houver um crescimento sustentável, entre 2% e 3%, será muito positivo, pois já será em cima de um volume expressivo.”

Em relação ao mercado de usados, Meneghetti afirmou que a principal preocupação é em relação ao crédito. “Os estoques de usados continuam altos. Os novos têm subsídios das montadoras e de seus bancos para taxas de juros, mas os usados têm taxas de mercado. Precisamos avaliar como essa situação vai ficar após 30 dias das medidas adotadas pelo governo”, ressaltou.

Fonte: Carros.iG