terça-feira, 19 de junho de 2012

ZF recebe prêmios da Chrysler e Ford por fornecimento de câmbios

Montadoras reconhecem câmbios automáticos 8HP e o de 6 velocidades


As transmissões ZF receberam prêmios de Chrysler e Ford durante cerimônias de entrega para os melhores fornecedores globais das duas montadoras. No caso da Chrysler, durante a reunião anual de fornecedores em Detroit (Estados Unidos), a empresa reconheceu o conceito de plataforma da transmissão automática 8HP, que permite a aplicação em toda a gama de produtos e marcas do Grupo Chrysler.

“A ZF tem provado ser um fornecedor de grande importância. A sinergia entre nossos produtos e as novas transmissões ZF resultará em veículos muito melhores para os nossos clientes", disse Doug Doran, chefe de compras de desenvolvimento de produto do Grupo Chrysler.

Os melhores fornecedores foram escolhidos por meio de uma avaliação que incluiu critérios como qualidade, prazos de entrega, garantia e a avaliação geral do grupo de gestão da Chrysler. A transmissão 8HP, que já equipa o Chrysler 300 e o Dodge Charger, em breve será instalada no novo modelo da picape RAM 1500.

Já no caso da Ford, a montadora reconheceu o desempenho do Grupo ZF com o Prêmio Ouro do relatório anual World Excellence Awards pela transmissão automática de seis velocidades que equipa o automóvel Falcon e o SUV Territory, fabricados na Austrália. A ZF também recebeu diversas menções em outras áreas, totalizando 12 prêmios na categoria Ouro e 24 na categoria Prata do relatório. Além de transmissões, a empresa fornece sistemas de eixos, sistemas de embreagem e torção para vários modelos da Ford.




segunda-feira, 18 de junho de 2012

Crescem as vendas de automóveis após a redução do IPI

Vendas registraram forte alta, com 147.312 unidades emplacadas na primeira quinzena de junho


A indústria automobilística está colhendo os frutos da redução do IPI para automóveis e comerciais leves, que entrou em vigor no dia 21 de maio. Na primeira quinzena de junho, as vendas registraram forte alta, com 147.312 unidades emplacadas, 19,24% a mais do que no mesmo período do mês anterior. Em relação aos quinze primeiros dias de junho de 2011, o crescimento foi de 23,91%, segundo os dados divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionárias.

De acordo com a entidade, a expectativa é que as vendas de automóveis e comerciais leves atinjam 277.865 unidades neste mês. Se a projeção se concretizar, o número representará alta de apenas 1,3% ante maio. Isso porque os emplacamentos ganharam impulso na segunda quinzena do mês passado, logo após o anúncio da redução do IPI.

Destaques – Os recém-lançados Chevrolet Cruze Sport6 (foto) e Fiat Grand Siena se destacaram em seus respectivos segmentos durante a primeira quinzena de junho. O Volkswagen Fox também foi bem, tirando a terceira posição do Fiat Palio.

O Cruze Sport6 iniciou seu segundo mês cheio de vendas na vice-liderança do segmento de hatches médios. No período o modelo teve 1.111 emplacamentos. O primeiro lugar ficou com o Ford Focus, que registrou 1.799 unidades comercializadas.

O Hyundai i30, por sua vez, despencou. Líder do segmento até abril, o hatch sul-coreano está na quarta colocação. Teve apenas 681 exemplares vendidos na primeira quinzena e ficou logo atrás do Volkswagen Golf, com 759.

A queda pode ser explicada pela iminência da estreia da nova geração do Hyundai, que começa a chegar às concessionárias.

Dos sedãs compactos, o Siena finalmente conseguiu ultrapassar o VW Voyage. Atrás do rival desde o fim do ano passado, por causa da mudança de geração, em março, o Fiat registrou vendas de 4.923 exemplares nos quinze primeiros dias de junho.

O Voyage, no entanto, continua bem próximo. No período, teve 4.695 emplacamentos. Entre os dois modelos, ficou o Chevrolet Classic (4.781). O sedã, no entanto, não briga diretamente com o Fiat e o VW. Na linha da marca norte-americana, esse papel é do Prisma e, no caso da nova geração do Fiat (Grand Siena), do Cobalt.

Entre os comerciais leves, o Renault Duster vai se consolidando na liderança dos utilitários-esportivos. Na primeira quinzena, foram 2.659 emplacamentos, ante 1.578 do vice-líder, EcoSport. A nova geração do Ford está prestes a ser lançada no País.
 
Fonte: Blogs Estadão

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Teste: Fiat Palio Essence Dualogic 1.6 16V 2013

 Versão Essence Dualogic leva o Fiat Palio a um patamar mais distante dos modelos de entrada


A nova geração do Palio não foi só uma reformulação mecânica. Claro que a plataforma é nova e motor e transmissão são modernos, mas foi bem mais que isso. Principalmente por causa da presença do Uno na gama da Fiat. O compacto assumiu o papel de carro-chefe da marca italiana, o que provocou uma ligeira mudança na proposta do Palio. Agora, ele assume um cargo mais requintado. Não chega ao padrão mais elevado do Punto, mas é um passo além em relação aos modelos de entrada. A versão Essence é a que melhor expressa essa evolução. Traz motor 1.6, opção de transmissão automatizada e itens de série antes praticamente impensáveis no degrau inferior do mercado de carros brasileiro.

É o caso por exemplo de airbag duplo e ABS, disponíveis de fábrica, assim como ar-condicionado, direção hidráulica e trio elétrico. Mesmo com o aumento do recheio e melhoria da mecânica em geral, a Fiat praticamente manteve o preço em relação à geração anterior. Hoje, o Palio Essence custa R$ 36.590, já com o desconto do IPI. Em janeiro de 2011, a mesma configuração valia R$ 36.860 e não tinha nem os equipamentos de segurança nem o ar-condicionado de série. A comparação fica ainda mais discrepante quando se leva em conta o preço dos carros completos. Com o câmbio Dualogic, rodas de liga leve, airbags laterais, volante multifuncional e sistema de entretenimento, o modelo vai a R$ 44.377. Antes, a etiqueta apontava salgados R$ 50.511. E o carro vinha com menos equipamentos.


O motor continua o mesmo. É o 1.6 16V e-TorQ capaz de render 117 cv a 5.500 rpm e 16,8 kgfm de torque a 4.500 giros. A transmissão pode ser manual de cinco velocidades ou a automatizada Dualogic. Esta, por sinal, deve ser trocada pela nova e mais avançada Dualogic Plus em pouco tempo. Quando esta foi lançada no Bravo, na primeira quinzena de junho, a Fiat ainda não confirmava a sua expansão para o resto da linha. Entretanto, o sedã Linea e o monovolume Idea já receberam a atualização.

O que não deve mudar tão cedo é o visual. Lançado há pouco mais de seis meses, a segunda geração do Palio trouxe um estilo muito mais moderno e atual, que até tenta mostrar uma certa maturidade. Ele não traz o ar despojado do Uno, mas é bem feito e harmonioso. Com rivais cada vez mais diversificados – com direito à ofensiva japonesa de Nissan March e Toyota Etios –, é uma arma das mais importantes.



Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.6 16V cai bem em um compacto como o Palio. A combinação de pouco mais de mil kg e quase 17 kgfm de torque deixa o hatch bem esperto no trânsito urbano. Mesmo assim, a impressão é que o carro poderia ser mais ágil. Em baixos giros, o propulsor parece ser "preguiçoso" e demora a acordar. Só depois das 2.500 rotações o desempenho fica mais interessante. O câmbio Dualogic, apesar dos evidentes avanços desde o seu lançamento, continua indeciso. Ao menos, a Fiat oferece as borboletas atrás do volante como um opcional. Elas ajudam o motorista a extrair o máximo do conjunto. Nota 7.
Estabilidade – A nova plataforma do Palio, "herdada" do Uno, fornece rigidez e estabilidade suficiente para um carro com seus tamanho e proposta. A suspensão nesta configuração Essence não é tão dura como na Sporting, mas mesmo assim dá boa capacidade ao hatch. Até ocorre certa rolagem da carroceria, mas tudo controlado e com alguma segurança. Não chega a ser um compacto invocado, que incite a uma direção arrojada, mas ao menos não compromete a dirigibilidade. Nota 7.
Interatividade – Usar o Palio é algo simples. Ajustar o banco e o volante – que só conta com regulagem de altura – não tem mistérios. A posição de dirigir é agradável, ligeiramente elevada. O volante conta com botões que comandam o rádio, embora o controle do cruise control seja feito com uma pequena alavanca instalada na coluna. As borboletas atrás do volante facilitam a convivência com o câmbio Dualogic. Nota 7.
Consumo – O InMetro não fez medições para o Palio Essence, mas o computador de bordo marcou média de 7,5 km/l com etanol. Nota 6.



Tecnologia – O Palio usa uma plataforma moderna, vinda do Uno, lançado em 2010. Esta configuração Essence traz um motor de concepção relativamente moderna e uma lista de equipamentos de série recheada, com airbag duplo, ABS, ar-condicionado e direção hidráulica. Os opcionais adicionam outros itens úteis, como rádio com Bluetooth e as borboletas atrás do volante para trocas manuais. Nota 8.
Conforto – A renovação do Palio trouxe um carro mais estável em termos dinâmicos, mas com uma suspensão que continua beneficiando o conforto. Ela é bem calibrada e permite que se passe algumas horas dentro do carro sem maiores prejuúizos. O isolamento acústico não é dos melhores, mas está dentro do esperado. Nota 7.
Habitabilidade – O Palio é um compacto e não tem como fugir muito disso. Há espaço suficiente para quatro pessoas andarem sem muito aperto. Uma quinta, sofre bastante. A Fiat prezou pela beleza na cabine e, por isso, não há tanto espaço para guardar objetos de uso rápido. Até existe um compartimento na parte superior do painel, mas sem muita profundidade e com acesso difícil. O porta-malas perdeu 10 litros em relação à geração anterior, e agora tem 280 litros. Nota 6.
Acabamento – Em termos visuais, o interior do Palio agrada bastante. O desenho é bonito e inspirado. Na escolha de materiais, no entanto, não parece que a Fiat teve o mesmo cuidado. Os plásticos são rígidos – como é esperado – e os encaixes são pouco precisos. Além disso, existem algumas rebarbas aparentes e algumas arestas são afiadas e podem machucar. O Uno, um carro menor, é mais caprichado. Nota 6.



Design – Foi um dos pontos que o Palio mais evoluiu em relação ao anterior. A Fiat optou por um desenho moderno, que valoriza a grade dianteira herdada do 500 e as belas lanternas suspensas na traseira. Apesar de ser uma versão mais equipada, a Essence não adiciona quase nada em termos estéticos. Apenas algumas adesivos decorativos espalhados discretamente pela carroceria. Mesmo assim, o design agrada. Nota 8.
Custo/beneficio – A versão Essence 1.6 do Palio é uma das que traz melhor relação custo/benefício. O conjunto mecânico agrada, com motor eficiente, transmissão cada vez mais evoluída e comportamento dinâmico de qualidade. A lista de equipamentos de série ajuda, com direito a ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo e ABS. Com câmbio manual, ele sai por R$ 35.590 e o Dualogic adiciona R$ 2.350 à conta. Quando equipado ao máximo, com rodas de liga leve, rádio e até airbags laterais, o Palio Essence Dualogic sobe a interessantes R$ 44.377. O principal concorrente é o eterno rival Volkswagen Gol, que, com alguns equipamentos a menos, vale R$ 43.487. Nota 8.
Total – O Fiat Palio Essence Dualogic somou 70 pontos em 100 possíveis.


Impressões ao dirigir

Por trás dos panos

O papel da versão Essence na linha do Palio é dar uma opção a mais para quem quer um compacto potente, com motor 1.6, mas quer ficar longe da suspensão dura e dos apliques estéticos de gosto duvidoso do Sporting. Para isso, o carro quase não é "enfeitado". É preciso um olho atento para diferenciá-lo da versão Attractive 1.4. Por dentro acontece algo parecido. Não há nada que dê distinção para a Essence no acabamento. Isso significa que o desenho bonito do painel continua lá, assim como as peças plásticas de baixa qualidade e os encaixes imprecisos. Ainda há falta de porta-objetos.

O espaço é de um compacto. Quatro pessoas até podem viajar, mas uma quinta sofre com o aperto. Na frente, ao menos, os bancos têm espuma com densidade correta, o que permite dirigir durante algumas horas sem muitos sinais de cansaço. A falta de qualidade de acabamento também aparece no isolamento acústico. Apesar de ser algo esperado para um compacto, o barulho do motor em rotações elevadas chega a incomodar.

A suspensão é bem calibrada e consegue absorver boa parte dos impactos. Entretanto, diferentemente da antiga geração do Palio, não deixa o carro inseguro em termos dinâmicos. Como o acerto é mais voltado para o conforto, a carroceria tende a rolar nas curvas, mas nada que comprometa a segurança. O chassi mantém a rigidez torcional e deixa o motorista sempre com o controle do carro nas mãos.

O motor 1.6 16V se encaixa bem no Palio. O pouco peso – pouco mais de mil kg – ajuda na conta. Acima dos 3 mil giros há força suficiente e o carro acelera com vigor. Já em regimes baixos e médios falta torque ao propulsor. Assim, é preciso calcular com precisão ultrapassagens, por exemplo, e as reduções de marcha são mais que necessárias. O câmbio Dualogic, por sinal, continua com alguns trancos e hesitações nas trocas. Como opcional, a Fiat oferece volante multifuncional com as sempre úteis borboletas. Mesmo assim, ele erra muito em manobras de baixa velocidade. Além de o carro não mover automaticamente ao se tirar o pé do freio – prática comum aos automáticos –, ao tentar engatar a ré, por exemplo, muitas vezes o sistema não entende o pedido. Aí aparece um irritante aviso no painel pedindo para refazer a ação. Momentos que podem fazer qualquer um se arrepender de não ter ficado com o velho e eficiente câmbio manual.


Ficha técnica

Fiat Palio Essence Dualogic 1.6 16V

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.598 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio automatizado de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima: 115 cv com gasolina e 117 cv com etanol a 5.500 mil rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 9,9 segundos.
Velocidade máxima: 192 km/h
Torque máximo: 16,2 kgfm com gasolina e 16,8 kgfm com etanol a 4.500 rpm.
Diâmetro e curso: 77 mm X 85,8 mm. Taxa de compressão: 10,5:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson, com rodas independentes, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com eixo de torção com rodas semi-independentes. Dianteira do tipo McPherson, com rodas independentes, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com eixo de torção com rodas semi-independentes. Não oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 195/55 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS de série.
Carroceria: Hatchback em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,87 m de comprimento, 1,67 m de largura, 1,51 m de altura e 2,42 m de entre-eixos. Airbags frontais de série e laterais como opcional.
Peso: 1.069 kg.
Capacidade do porta-malas: 280 litros.
Tanque de combustível: 48 litros.
Produção: Betim, Brasil.
Lançamento no Brasil: 2011.
Itens de série: Ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, direção hidráulica, faróis de neblina, airbag duplo, ABS, EBD, cruise control, vidros e travas elétricas e volante com regulagem de altura.
Preço: R$ 38.940.
Opcionais: Rodas de liga leve de 15 polegadas, rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth, retrovisores elétricos, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva e luminosidade, airbags laterais e volante multifuncional com borboletas para trocas de marcha.
Preço da unidade avaliada: R$ 44.377.


Por: Rodrigo Machado / Auto Press
Fonte: Motor Dream

sexta-feira, 16 de março de 2012

Mini Challenge Cup na Argentina esquenta os motores

As primeiras corridas serão nos dias 20 e 21 de abril


A Copa Mini Challenge, que estreou no Brasil em 2010 na Stock Car, chega à sua segunda edição na Argentina. Na quarta-feira (14), foram concluídas as primeiras provas privadas, restritas aos pilotos com experiência que estão confirmados na categoria. Porém, as primeiras corridas para valer só acontecerão a partir dos dias 20 e 21 de abril.

Antes disso, os pilotos terão que entrar em seus Mini John Cooper Works no dia 4 de abril para a prova do Mini X Day, obrigatória para aqueles que quiserem garantir um lugar no grid. Nesse meio tempo, os pilotos contam com o apoio dos diretores esportivo e técnico da Mini Challenge Cup e de um piloto de testes para que os novatos possam conhecer as pistas e ajustar os carros de acordo com elas.

Os pilotos competem a bordo de Mini John Cooper Works que têm o mesmo conjunto mecânico do modelo original, mas com amplas mudanças no acerto dinâmico. Ele ganhou pneus lisos, os "slicks", para melhor "pegada" nas pistas, e amortecedores totalmente reguláveis, tanto em curso, quanto na rigidez. O Mini também recebeu uma grande asa traseira, para segurá-lo nas retas. As duas primeiras corridas serão no Autódromo de Buenos Aires e essas em especial serão feitas em parceria com o Clube de Automóviles Sport de la Argentina.

Fonte disponível no(a):
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Feirão da Chevrolet no Rio de Janeiro será nos dias 16 e 17 de março

Após cair para o segundo lugar nas vendas mensais, a fabricante faz seu primeiro feirão do ano


A Chevrolet fechou o mês de janeiro com 46.339 unidades emplacadas, o que garantiu a ela o primeiro lugar do ranking das fabricantes no Brasil, seguida pela Fiat. Em fevereiro, uma dança das cadeiras fez com que a Chevrolet fosse parar no terceiro lugar, logo atrás da Fiat e à frente da Volkswagen, que em janeiro levou a medalha de bronze.

Como promoções e ofertas geralmente fazem as vendas subirem, nada como um feirão para alavancar os emplacamentos da marca. E o primeiro feirão da Chevrolet este ano no Rio de Janeiro será nos dias 16 e 17 de março. E, a partir desta edição, os feirões da marca passarão a acontecer sempre em uma sexta-feira e um sábado, das 9 às 22 horas. Para atrair os clientes, a marca vai oferecer condições e preços promocionais.

Fonte: GM - Via:
MotorDream


Uno supera Gol em vendas no início de março

 O hatch da marca italiana vai fechar a primeira quinzena do mês na frente do compacto da Volkswagen


Em fevereiro, o Gol sustentou sua (quase) inabalável liderança por apenas 256 unidades em relação ao Uno – foram 18.597 do compacto da Volkswagen contra 18.341 do modelo da Fiat. Em março, o Uno finalmente pode levar a coroa e bater seu arquirrival apenas pela terceira vez em toda a história.

De acordo com o desempenho de vendas preliminar da Fenabrave, o hatch da Fiat mantém uma boa vantagem sobre o carro da Volks no início deste mês: 1.024 unidades – são 10.080 do Uno contra 9.056 do Gol, levando em consideração os resultados das duas primeiras semanas do mês de março.

Em fevereiro do ano passado, pela primeira vez, o Uno vendeu mais unidades que o Gol. Foram 21.397 unidades do hatch da marca italiana contra 20.989 Gol. As vendas do modelo da Fiat foram impulsionadas pelo lançamento da nova geração do Uno, em maio de 2010, que caiu nas graças do público e aos poucos foi ganhando o mercado. O feito viria a se repetir em dezembro de 2011, quando foram vendidas 24.263 Uno e 24.231 do Gol.

Vale lembrar que a Fenabrave considera a venda de todas as versões disponíveis do VW Gol e do Fiat Uno. Portanto, o volume de vendas também inclui os populares Gol G4 – lançado em 2005 – e Fiat Mille – baseado no Uno original de 1983, que passou por uma profunda reestilização em 2004 –, mantidos pelas marcas como modelos de entrada.

Fonte disponível no(a):
MotorDream.uol.com.br


Delga investe R$ 65 milhões na indústria automobilística brasileira

Maior parte deste montante vai para a unidade do Rio Grande do Sul, que atende a General Motors


O Grupo Delga – um dos principais fornecedores de peças e componentes para montadoras instaladas no Brasil – vai investir R$ 65 milhões em suas cinco unidades até o final de 2012. O objetivo é aumentar a capacidade produtiva, para atender a novos projetos desenvolvidos em parceria com a General Motors e a Volkswagen. Sediado em Diadema, na Grande São Paulo, o grupo supre demandas de fabricantes como Mercedes-Benz, Fiat, Ford, Renault, Scania, Toyota e Volvo, além de abastecer outros fornecedores, a exemplo de Bosch, Cummins, Magnetti Marelli e MWM International.

Deste total, cerca de 60% (R$ 39 milhões) serão destinados à unidade de São Leopoldo, no interior do Rio Grande do Sul. Neste caso, o objetivo principal está relacionado a novos projetos envolvendo a GM. Esta unidade conta com prensas de até 750 toneladas de capacidade e atende a pólos industriais locais. A General Motors, então, aparece como uma das principais parceiras, por causa do Complexo Industrial de Gravataí, também no Rio Grande do Sul. A unidade é responsável pela produção de Celta e Prisma para o mercado brasileiro e latino-americano.

A fábrica da GM em Gravataí surgiu em função do projeto Celta, conhecido inicialmente como “Blue Macaw” (arara azul) e em estudo desde 1995. O município de Gravataí foi escolhido para sediar a nova fábrica em 1997 e a inauguração oficial do novo complexo ocorreu três anos depois, em 2000. Diante deste histórico, é possível relacionar os investimentos de R$ 39 milhões do Grupo Delga no estado gaúcho com a produção de um novo compacto da Chevrolet em Gravataí. O sucessor do Celta consumirá investimentos, por parte da GM, da ordem de US$ 2 bilhões.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br