quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Mini JCW vence prova do Rali Internacional do Qatar
Carro pilotado por Abdulaziz Al-Kuwari venceu a corrida
Fonte disponível no9a): Carsale.uol.com.br

O
Mini John Cooper Works conquista sua primeira vitória em uma prova
internacional, validada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo). O
carro pilotado por Abdulaziz Al-Kuwari cruzou a linha de chegada em primeiro
lugar no Rali Internacional do Qatar, prova do Campeonato de Rali do Oriente
Médio (MERC).
Com uma boa vantagem de 2 minutos e 25 segundos em relação ao segundo colocado, o modelo da marca inglesa controlada da BMW volta ser destaque no automobilismo mundial.A preparadora do Mini de rali, a Prodrive também ficou bastante satisfeita com a vitória, já que não vencia desde 1984, quando montou o Porsche 911 SC RS.
Com uma boa vantagem de 2 minutos e 25 segundos em relação ao segundo colocado, o modelo da marca inglesa controlada da BMW volta ser destaque no automobilismo mundial.A preparadora do Mini de rali, a Prodrive também ficou bastante satisfeita com a vitória, já que não vencia desde 1984, quando montou o Porsche 911 SC RS.
Fonte disponível no9a): Carsale.uol.com.br
Abeiva pede revisão do Decreto 7.567, que aumentou o IPI
Banco Central divulgar recorde de exportação das montadoras.Previsão é de que
preços dos modelos subam entre 15% e 28%
Fonte disponível no(a): G1.Globo.com

A Associação Brasileira das Empresas Importadoras de
Veículos Automotores (Abeiva) reiterou nesta segunda-feira (30) o pedido já
formalizado ao Ministério da Fazenda, ao Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior e ao Ministério da Ciência e Tecnologia, para o
governo rever o Decreto 7.567, que penaliza os carros importados com alta de 30
pontos porcentuais (de 7% para 37% nos carros 1.0, por exemplo) na alíquota do
IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), até o dia 31 de dezembro de
2012.
A postura da entidade foi tomada a após o Banco Central divulgar, na semana passada, que a indústria automobilística no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado, superando bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.
“Quem vive fase de necessidade de proteção governamental não envia lucros exorbitantes às suas matrizes”, argumenta o presidente da entidade, José Luiz Gandini. A Abeiva protocolou no início de dezembro – nos três ministérios – carta com proposta de importações autorizadas até o limite de 200 mil unidades por ano, com igual alíquota de IPI em relação aos carros montados localmente.
“Esse volume significa apenas 5,6% do mercado brasileiro, levando em consideração a projeção inicial de 3,52 milhões de unidades em 2012”, afirma Gandini. “Com a participação dos veículos importados, é possível inibir inclusive essa remessa exorbitante de lucros às matrizes das montadoras, forçando à pratica no Brasil de preços balizados pelos preços praticados internacionalmente, pelas marcas ainda sem fábrica no país, já penalizadas com a alíquota máxima de imposto de importação, que é de 35%”, avalia em nota o presidente da Abeiva.
De acordo com a Abeiva, as importadoras associadas têm rede autorizada de 920 concessionárias e emprega cerca de 35 mil pessoas.
Preços vão subirNo início deste mês, José Luiz Gandini anunciou que os preços dos carros importados vão subir entre 15% e 28% por causa do aumento do imposto. A Abeiva acredita que, neste ano, a demanda por importados que estão fora dos acordos do Mercosul e do México deva cair 20%. "Nossas primeiras estimativas são de 160 mil unidades para 2012", afirma o presidente da Abeiva e da Kia Motors do Brasil.
A Abeiva é formada por Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Ferrari, Hafei Motor, Haima, Jac Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mini, Porsche, SsangYong, Suzuki e Volvo.
A postura da entidade foi tomada a após o Banco Central divulgar, na semana passada, que a indústria automobilística no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado, superando bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.
“Quem vive fase de necessidade de proteção governamental não envia lucros exorbitantes às suas matrizes”, argumenta o presidente da entidade, José Luiz Gandini. A Abeiva protocolou no início de dezembro – nos três ministérios – carta com proposta de importações autorizadas até o limite de 200 mil unidades por ano, com igual alíquota de IPI em relação aos carros montados localmente.
“Esse volume significa apenas 5,6% do mercado brasileiro, levando em consideração a projeção inicial de 3,52 milhões de unidades em 2012”, afirma Gandini. “Com a participação dos veículos importados, é possível inibir inclusive essa remessa exorbitante de lucros às matrizes das montadoras, forçando à pratica no Brasil de preços balizados pelos preços praticados internacionalmente, pelas marcas ainda sem fábrica no país, já penalizadas com a alíquota máxima de imposto de importação, que é de 35%”, avalia em nota o presidente da Abeiva.
De acordo com a Abeiva, as importadoras associadas têm rede autorizada de 920 concessionárias e emprega cerca de 35 mil pessoas.
Preços vão subirNo início deste mês, José Luiz Gandini anunciou que os preços dos carros importados vão subir entre 15% e 28% por causa do aumento do imposto. A Abeiva acredita que, neste ano, a demanda por importados que estão fora dos acordos do Mercosul e do México deva cair 20%. "Nossas primeiras estimativas são de 160 mil unidades para 2012", afirma o presidente da Abeiva e da Kia Motors do Brasil.
A Abeiva é formada por Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Ferrari, Hafei Motor, Haima, Jac Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mini, Porsche, SsangYong, Suzuki e Volvo.
Fonte disponível no(a): G1.Globo.com
Honda CRZ hibrido edição especial
Modelo ganha pintura e acabamento interno diferenciados. Vendas serão limitadas
até o dia 31 de maio; carro sai por US$ 32.150

A
Honda começa a vender no Japão nesta semana a versão especial do modelo CRZ,
chamada de 'Label α ' (rótulo alfa). O carro estará disponível apenas até o dia
31 de maio e traz como principal diferença para o modelo “tradicional” a
pintura. O esportivo híbrido ganhou um revestimento metálico perolado na cor
bordô.
Internamente, o acabamento interno acompanha o externo pelos detalhes nos assentos, painéis das portas, costuras no volante de couro e na caixa de câmbio manual. O modelo recebe ainda rodas de liga leve e pedais esportivos em alumínio.
O CR-Z Label α será oferecido com as opçãoes de câmbio automática CVT (transmissão continuamente variável) e manual de seis velocidades com preços no Japão fixada em US$ 32.150 (R$ 56.056), para as duas versões.
Internamente, o acabamento interno acompanha o externo pelos detalhes nos assentos, painéis das portas, costuras no volante de couro e na caixa de câmbio manual. O modelo recebe ainda rodas de liga leve e pedais esportivos em alumínio.
O CR-Z Label α será oferecido com as opçãoes de câmbio automática CVT (transmissão continuamente variável) e manual de seis velocidades com preços no Japão fixada em US$ 32.150 (R$ 56.056), para as duas versões.


Fonte
disponível no(a): G1.Globo.com
Novo Audi A1 com capota de lona retrátil chegará em breve
Novidade vai concorrer com Fiat 500C, Mini Cabrio e Citroën DS3 Cabriolet
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Depois
da versão de cinco portas, o pequeno Audi A1 terá uma opção equipada com capota
de lona removível, informa a revista alemã Auto Motor und Sport. O novo
modelo deverá ser lançado em breve seguindo a mesma receita adotada no Fiat
500C, que mantém as colunas laterais, sobre as quais corre uma capota de lona
retrátil. Com isso, une-se o útil ao agradável, ou seja, consegue-se entregar a
sensação de liberdade sem prejudicar muito a rigidez torcional.
Pelo o que tudo indica, a nova versão do A1 não deverá demorar para ser apresentada. O mais provável é que apareça logo no próximo Salão de Paris (França), em setembro próximo. Uma as primeiras marcas a fabricar um modelo com capota de lona retrátil como a do Fiat500C e do A1 foi a Citroën, com o pequeno e simples 2CV, que se tornou um clássico.
Pelo o que tudo indica, a nova versão do A1 não deverá demorar para ser apresentada. O mais provável é que apareça logo no próximo Salão de Paris (França), em setembro próximo. Uma as primeiras marcas a fabricar um modelo com capota de lona retrátil como a do Fiat500C e do A1 foi a Citroën, com o pequeno e simples 2CV, que se tornou um clássico.
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br
Mazda no Brasil só em 2013
Assim como outras montadoras estrangeiras, japonesa quer esperar as definições
das regras para o setor automotivo brasileiro
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

A
japonesa Mazda adiou o início de suas atividades no Brasil para o final de 2013.
De acordo com informações obtidas de forma exclusiva pela reportagem do Carsale,
a montadora, assim como outras empresas estrangeiras, aguarda a resolução dos
problemas causados pelo aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
para veículos importados e a divulgação do novo acordo automotivo, que deve
ocorrer em fevereiro.
A principal dúvida é quanto aos eventuais benefícios que serão oferecidos às montadoras que possuem planos de instalarem fábricas no Brasil. “A matriz da Mazda adiou os planos para o mercado brasileiro, pois aguarda um acordo automotivo favorável a quem planeja investir no país. Com as incertezas que cercam o setor atualmente, fica impossível traçar planos e objetivos em longo prazo”, garantiu uma fonte ligada à marca.
Ainda segundo a fonte, que preferiu não se identificar, a marca já se filiou à Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) para se informar sobre os dados do mercado nacional, assim como dos decretos do Governo. “Isso é uma estratégia inicial para manter os executivos da marca bem informados do que acontece por aqui. Mas, o início das atividades ficou mesmo para o próximo ano”, disse.
O executivo consultado pela reportagem também confirmou que a Mazda não estará presente no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo 2012. “Isso é certo. Apesar da importância do evento, com planos para chegada oficial para 2013, não há por que participarmos do salão deste ano”, concluiu.
A principal dúvida é quanto aos eventuais benefícios que serão oferecidos às montadoras que possuem planos de instalarem fábricas no Brasil. “A matriz da Mazda adiou os planos para o mercado brasileiro, pois aguarda um acordo automotivo favorável a quem planeja investir no país. Com as incertezas que cercam o setor atualmente, fica impossível traçar planos e objetivos em longo prazo”, garantiu uma fonte ligada à marca.
Ainda segundo a fonte, que preferiu não se identificar, a marca já se filiou à Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) para se informar sobre os dados do mercado nacional, assim como dos decretos do Governo. “Isso é uma estratégia inicial para manter os executivos da marca bem informados do que acontece por aqui. Mas, o início das atividades ficou mesmo para o próximo ano”, disse.
O executivo consultado pela reportagem também confirmou que a Mazda não estará presente no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo 2012. “Isso é certo. Apesar da importância do evento, com planos para chegada oficial para 2013, não há por que participarmos do salão deste ano”, concluiu.
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br
Novo Punto 1.4 é vendido a partir de R$ 39,6 mil na Europa
Tabela mostra valores das novas versões com motor MultiAir, próximas de chegarem
ao Brasil

A Fiat Group divulgou os preços do novo Fiat Punto para o
Reino Unido. Segundo a montadora italiana, na “Terra da Rainha” os modelos com
motor 1.4 MultiAir de 107 cavalos de potência e o 1.4 MultiAir turbo de 137 cv
terão preços sugeridos em 14.500 libras (R$ 39.634) e 15.200 libras (R$ 41.548),
respectivamente.
No total, há 22 versões disponíveis do Punto para venda no Reino Unido, porém a reportagem se baseou apenas nas opções que estão programadas para chegarem ao Brasil, entre o final deste ano e o começo de 2013. Como já foi falado pela imprensa especializada nacional, o motor 1.4 de 8V e o 1.4 turbo da versão T-Jet serão substítuidos pelos propulsores citados acima, quando o hatch for atualizado por aqui.
Pode ser que venha o EvoUm impasse que não foi desvendado é sobre qual geração do novo Fiat Punto virá para o Brasil. No começo de 2011, especulou-se que o modelo seria atualizado pelo chamado Punto Evo, uma antiga geração do hatch na Europa. Inclusive, por lá, ele já ganhou mais atualizações, algo que de acordo com fontes ligadas à marca, seria um dos motivos para o atraso do lançamento por aqui, ou seja, receberíamos o verdadeiro Novo Punto.
No total, há 22 versões disponíveis do Punto para venda no Reino Unido, porém a reportagem se baseou apenas nas opções que estão programadas para chegarem ao Brasil, entre o final deste ano e o começo de 2013. Como já foi falado pela imprensa especializada nacional, o motor 1.4 de 8V e o 1.4 turbo da versão T-Jet serão substítuidos pelos propulsores citados acima, quando o hatch for atualizado por aqui.
Pode ser que venha o EvoUm impasse que não foi desvendado é sobre qual geração do novo Fiat Punto virá para o Brasil. No começo de 2011, especulou-se que o modelo seria atualizado pelo chamado Punto Evo, uma antiga geração do hatch na Europa. Inclusive, por lá, ele já ganhou mais atualizações, algo que de acordo com fontes ligadas à marca, seria um dos motivos para o atraso do lançamento por aqui, ou seja, receberíamos o verdadeiro Novo Punto.
Fonte
disponível no(a): Carsale.uol.com.br
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