terça-feira, 26 de junho de 2012

Fábricas da GM no Brasil recebem investimentos de R$ 2,5 bi

GM promove revolução industrial no Brasil. Todas as fábricas passam por modernização e ampliação com investimento de R$ 2,5 bi


Pinheiro: muito trabalho para ampliar e modernizar as fábricas da GM no Brasil

Ao renovar praticamente 100% de seu portfólio de produtos no Mercosul, a General Motors promoveu uma verdadeira revolução industrial em suas fábricas no Brasil, com maior ênfase em Gravataí (RS) e na cinquentenária São Caetano do Sul (SP), além de criar uma nova planta de motores em Joinville (SC), que este mês já começou a produzir cabeçotes. Só em novas áreas construídas no País, a montadora acrescentou 83 mil metros quadrados em quatro unidades produtivas. Novas linhas de estamparia, pintura, soldagem de carrocerias e montagem final foram construídas ao lado das antigas, duplicando a capacidade em alguns casos, além de aumentar substancialmente o nível de automação, com a chegada de 400 novos robôs. A conta ficou em R$ 2,5 bilhões, ou metade do atual programa de investimentos da GM Brasil, de R$ 5 bilhões, que termina este ano.

José Eugênio Pinheiro, vice-presidente de manufatura da GM América do Sul, falou sobre os desafios envolvidos em tamanha mudança em tão pouco tempo em sua apresentação “A Nova Manufatura da GM na Renovação do Portfólio”, durante o Simpósio de Manufatura Automotiva, realizado pela Sociedade de Engenharia Automotiva, SAE Brasil, em São Paulo, nesta segunda-feira, 25. O executivo contou que a modernização das plantas foi puxada pelos cinco novos produtos já lançados desde 2011 e outros três ainda a lançar até o fim deste ano, em ritmo nunca visto antes: “Em nenhum momento na GM Brasil tivemos tantos lançamentos ao mesmo tempo.”

Pinheiro destacou que os diversos problemas surgidos com as mudanças nas fábricas também foram superados em tempo recorde: “O cronograma era muito apertado, com um lançamento a cada três meses. Ao mesmo tempo, precisamos fazer todas as intervenções nas linhas sem parar a produção dos modelos que já eram fabricados. O clima também não ajudou, com muitas chuvas em Joinville e Gravataí que atrasaram algumas obras. Mas ainda assim conseguimos fazer tudo sem alterar os prazos finais”, disse. Em Gravataí, onde uma nova fábrica com o dobro do tamanho surgiu da antiga, o vice-presidente de manufatura conta que a construtora contratada precisou até “importar” mão de obra e cimento de outros Estados para concluir as obras.

Apesar dos contratempos, Pinheiro ressalta que as mudanças trazem ganhos de produtividade e competividade em todas as unidades. Ele diz que ainda não terminou os cálculos, mas assegura que as novas linhas produzem com alta eficiência e economia de custos que chega a dois dígitos porcentuais em relação aos sistemas antigos. “Mudamos tudo, com mais automação e maior flexibilidade de produção”, avalia.

Os novos produtos exigiram novas linhas de produção e também requalificação dos trabalhadores, com introdução de conceitos de manufatura enxuta e adoção de processos mais sofisticados, como análise de ruídos e controle de torque em ferramentas. Pinheiro cita como exemplo de aprendizado a multiplicação de montagens de módulos eletroeletrônicos: “Tínhamos carros com quatro ou cinco módulos e agora são quase 20 em alguns produtos.”

Fábricas e produtos

Em pouco mais de um ano, a antiga fábrica de São Caetano passou por grandes modificações em 50% de sua área, com a adição de mais 16 mil metros quadrados e 159 novos robôs. A antiga linha de prensas foi removida e duas novas linhas foram instaladas. A “nova safra” da GM no ABC paulista começou em 2011 com o Chevrolet Cruze, que foi seguido pelo também sedã Cobalt, este ano entrou em linha o hatch Cruze Sport6 e este mês começou a produção comercial do monovolume Spin, que chega ao mercado em julho para substituir Meriva e Zafira. Os quatro se juntaram à picape Montana e ao sedã de entrada Classic, renovados em 2010.

Na gaúcha Gravataí, a mais nova fábrica do grupo no País, inaugurada em 2000, acontece a maior e mais profunda expansão, com inclusão de 39 mil metros quadrados de áreas construídas que dobram o tamanho da planta e elevam a capacidade de produção de 240 mil para 360 mil/ano. Pinheiro explica que toda a linha de estamparia foi modernizada e os setores de funilaria, pintura e montagem final foram ampliados. A armação de carrocerias (soldagem) é completamente nova, com quase 100% de automação, só a pintura recebeu 44 novos robôs.

As obras em Gravataí começaram em setembro de 2010 e este ano a produção teve de ser paralisada por três semanas para a instalação da nova linha de funilaria, que foi construída ao lado da antiga. “Ninguém acreditava que pudéssemos fazer isso em tão pouco tempo. Na Europa ou no Japão esse processo levaria pelo menos seis semanas”, conta Pinheiro. “Isso só foi possível por causa de uma mistura de falta de juízo, criatividade e muita capacidade de trabalho”, brinca o executivo.

Agora, enquanto ainda produz os velhos hatch Celta e sedã Prisma nas instalações ampliadas e modernizadas, Gravataí se prepara para fazer os dois modelos da nova família Ônix, prováveis substitutos dos carros já feitos lá e também da linha Corsa. Ainda este ano chega ao mercado um deles e o outro é aguardado para o início de 2013.

São José desacelera

Outra unidade onde os trabalhos de expansão estão terminados é São José dos Campos, no Vale do Paraíba paulista. Apesar de ser a maior fábrica da GM na América do Sul, é a que menos recebeu investimentos em expansão no atual ciclo. Só a linha de utilitários passou por modernização para fazer a nova picape média S 10 – que em breve ganha a companhia de seu derivado SUV Blazer. As mudanças aconteceram principalmente na pintura, com mais 8 mil metros quadrados e 12 novos robôs. Na armação de carrocerias chegaram outros 73 robôs. Com isso, a capacidade subiu de 14 para 18,5 unidades por hora.

Na linha de automóveis de São José a GM tirou o pé do acelerador e recentemente reduziu para apenas um turno a produção do Corsa, Meriva e Zafira, todos produtos em fim de ciclo de vida, cujos substitutos serão produzidos em outras plantas. “Ainda é uma fábrica importante, fazemos a S10, motores e transmissões lá, mas precisamos localizar os novos produtos em plantas mais competitivas”, explica Pinheiro. Segundo ele, o sindicato local não quis negociar acordos de longo prazo, como aconteceu em São Caetano e Gravataí, o que tornou a planta a menos competitiva do grupo no Brasil. “Cerca de 70% dos custos de manufatura são relativos à mão de obra”, destaca o executivo.

Joinville a todo vapor

Ao mesmo tempo em que ampliava todas as suas fábricas brasileiras, a GM conseguiu superar as adversidades climáticas em Joinville, onde constrói sua nova divisão de motores e transmissões, com áreas que somam 20 mil metros quadrados, em um investimento de R$ 210 milhões. Após as chuvas que atrasaram as obras, Pinheiro revelou que a unidade já está produzindo cabeçotes para os atuais motores: deverão ser 40 mil já este ano. Quando a unidade estiver a plena carga, a capacidade chegará a 200 mil cabeçotes e 150 mil motores por ano.

Para tudo que a área de manufatura da GM Brasil teve de fazer nos últimos dois anos, Pinheiro resume com uma frase de quatro palavras: “Isso deu muito trabalho.”
Por: Pedro Ktney


Nissan Leaf vira limusine elétrica nos EUA

Hatch foi cortado em dois para ser adaptado, diz companhia.Dentro, foram acrescentados mais assentos, espelhos e 'cooler'




Limusine feita a partir do Leaf (Foto: Divulgação/Imperial Coach Builders)

Uma empresa especializada em limusines nos Estados Unidos, a Imperial Coach Builders, revelou na última semana, em sua página no Facebook, uma "versão" do elétrico Nissan Leaf. A transformação, explica a companhia, ocorreu com o Leaf sendo cortado em dois, para adição de uma área central. No local foi instalado mais um assento traseiro para 3 pessoas, de costas para os bancos dianteiros, além de espelhos laterais, acabamento em madeira e um "cooler" para o tradicional champanhe.


Leaf é cortado no processo de transformação (Foto: Divulgação/Imperial Coach Builders)

A empresa não informou se manteve o motor movido por bateria de íon-lítio com 48 módulos compactos, mas, em entrevista ao site "Ozarks First", que divulga notícias da comunidade local de Springfield, o eletricista-chefe da Imperial deu a entender que sim, afirmando que o objetivo foi ir ao encontro das exigências para que as frotas de limusines nos EUA se tornem menos "beberronas" e poluentes. No Leaf normal, a baterial gera 107 cavalos de potência, 28,5 kgfm de torque e a velocidade máxima é 150 km/h. A autonomia é de 160 km.

A Imperial já fez outras conversões -a maior parte com Cadillacs e modelos Chrysler. Em uma ocasião, montou uma limusine a parte de uma Kombi e, em outra, usou um Fusca. No site, há uma seção só para limusines rosas.


Limusine feita a partir de Kombi (Foto: Divulgação/Imperial Coach Builders)


Fusca também foi "esticado" (Foto: Divulgação/Imperial Coach Builders)
 
 
Estilo off-road: aqui o jipe é a base (Foto: Divulgação/Imperial Coach Builders)
 
 
Empresa tem seção no site só para exibir limusines rosas (Foto: Divulgação/Imperial Coach Builders)
 
Fonte: G1.Globo.com



Tesla S é lançado nos Estados Unidos

Modelo de US$ 57.400 traz luxo, desempenho esportivo e alcance de 420 km


A maioria dos carros elétricos disponíveis atualmente seguem um padrão de estilo e funcionalidade muito semelhantes. Eles são pequenos, levam pouca (ou nenhuma) bagagem e sua utilização é indicada (e segura) apenas para centros urbanos, desde que seja um curto percurso. A Tesla Motors quer mudar esse panorama com um veículo que supere justamente essas limitações. A resposta é o Tesla S.

Primeiro sedã concebido para ser impulsionado somente por eletricidade – o Renault Fluence Z.E. nasceu com motor a gasolina - , o modelo enfim estreou no mercado norte-americano.

Segundo a fabricante, que entregou as primeiras unidades do S na semana passada, há no momento 1.000 pedidos fechados pelo sedã elétrico nos Estados Unidos, cujo preço vai US$ 57.400 (cerca de R$ 118.600) a US$ 105.400 (R$ 217.800) de acordo com o pacote de baterias escolhido e o subsídio do estado onde o carro é emplacado – modelos de baixa ou zero emissão têm descontos nos EUA.

E o plano da fabricante já está traçado. A ideia é vender 5.000 unidades do Tesla S até o final deste ano, como uma maneira de popularizar o produto, e em seguida, a partir de 2013, buscar emplacar 20.000 unidades do carro por ano. O Tesla Roadster, o primeiro e único produto da marca até então, somou 2.600 emplacamentos entre 2008 e 2011.

Para atrair consumidores de “carros normais”, o Tesla S reúne porte (ele mede 4,97 metros de comprimento), um bom porta-malas de 300 litros, desempenho esportivo e, o principal, autonomia de automóvel com motor a combustão. De acordo com a fabricante, o conjunto de baterias do sedã rende permite ao veículo percorrer até 420 km sem precisar
recarregar.
 




Fonte: Carros iG


Honda é a marca mais admirada nos EUA, segundo pesquisa

Marca japonesa ultrapassa Ford


A empresa de pesquisa Harris Interactive divulgou dados de seu mais recente levantamento sobre o mercado automotivo dos Estados Unidos. De acordo com o trabalho, a Honda é a marca mais admirada pelos norte-americanos.

Confirmando a solidez das marcas japonesas no mercado global, a Toyota obteve o segundo lugar no ranking, deixando para trás a Ford, primeira montadora dos EUA a figurar na lista em 2012 e a melhor de 2011. Chevrolet e Nissan fecham os cinco primeiros.

Quando o recorte é dado apenas nas marcas de luxo, a primeira colocada é a Mercedez-Benz, que também havia liderado no ano passado. Em seguida, vêm BMW, Lexus, Cadillac e Acura.

O estudo consultou 38,5 mil pessoas e também englobou outras áreas, como marcas de motocicletas, navegadores de GPS, pneus, entre outras.
 
 
Fonte: Quatro Rodas

Nova Ford F-150 Limited 2013 é revelada

Picape terá motor 3.5 EcoBoost


A Ford segue investindo no segmento de picapes de luxo. A montadora divulgou detalhes e imagens da nova versão Limited da F-150, que aposta na potência e no acabamento de alto padrão para emplacar no mercado dos Estados Unidos.

A picape Limited é movida pelo motor V6 3.5 EcoBoost, capaz de gerar 365 cavalos de potência. O consumo médio é de 22 milhas por galão (mpg). Entre outras características, o veículo também tem rodas de alumínio polido de 22 polegadas, bancos térmicos (podem ser aquecidos ou resfriados) vermelhos, teto solar e a insígnia “Limited”.

Apesar de não ter o preço divulgado, sabe-se que a versão Limited 2013 será a mais cara entre todas as F-150. Atualmente, o modelo com maior preço é o de outra versão especial, a Harley Davidson: US$ 49.030.
 

Fonte: Quatro Rodas


Para a BMW, elétrico é caminho sem volta

Fabricante já acumula 16 milhões de quilômetros em experiências com testes realizados em seus veículos elétricos e híbridos


Por: Evaldo Costa
Os veículos elétricos vieram para ficar e quem não se preparar para atender às necessidades do consumidor pagará mais tarde o preço da decisão. Pensando assim, é que a BMW já rodou mais de 16 milhões de quilômetros testando os seus carros elétricos e híbridos. Este número foi revelado pelo diretor presidente da BMW Henning Dornbusch, durante apresentação o Fórum Global em Mobilidade Elétrica, organizado pela Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), Eletrobrás Furnas, Coppe UFRJ,Organizações das Nações Unidas, entre outros colaboradores.

Hoje em dia, a população possui muito mais consciência ecológica do que há quarenta anos. Além disso, o consumidor está ávido por inovação. Por isso, precisamos estar prontos para oferecer conectividade dentro e fora do carro. Acredita-se que, em breve, o motorista poderá saber, usando o seu aparelho celular, a melhor forma de chegar ao local desejado. Assim, caso descubra, por exemplo, que o Metrô é a melhor opção, poderá também identificar a estação e o estacionamento com vaga disponível mais próximo de onde está. Então, poderá estacionar o carro e seguir tranquilamente o seu trajeto, ganhando tempo e comodidade.

Apesar de diagnosticar a Ásia, América do Norte e Europa como as regiões que mais possuem chances de dominar o mercado de veículos elétricos (VE), Dornbusch diz que a melhor tecnologia do carro elétrico não se dará por país ou região, mas sim por fabricante. Para ele, regiões como Rio e São Paulo tem grande potencial para explorar este mercado. Com relação à aliança do pacifico, o executivo acredita que isso não irá afetar tanto a nossa região, pois “o Brasil é um país de consumo, ao contrário do México que é exportador. Além disso, o potencial do Brasil é de 5 milhões de carros por ano, sendo que hoje são produzidos cerca de 3,6 milhões”.

Em seu ponto de vista, o VE irá se desenvolver por aqui à medida que houver regulamentação do governo, investimento em infraestrutura , benefícios adequados para os consumidores e desenvolvimento de fornecedores de classe global que, atualmente, estão na Ásia, América do Norte e Europa. Ele considera que a BMW está madura com relação à tecnologia do VE, pois o primeiro MINI elétrico foi produzido em 2008 e seguiu para as ruas em 2009. De lá pra cá, já foram realizados testes em dez locais, seis países, três continentes, com mais de 15 mil pessoas, 430 famílias, 14 empresas frotistas, 15 institutos e laboratórios de pesquisas foram envolvidos e 16 milhões de quilômetros já foram rodados durante os testes.

Atualmente, a marca MINI conta com um modelo elétrico e a BMW conta com o Active E, lançado em 2011. Em 2013, será lançado o BMW i3, que é totalmente elétrico. A marca bávara está em fase de escolha de local para construir a primeira fábrica no Brasil e isso não é novidade, afirma Dornbusch. Ele não revelou o local onde deverá funcionar a planta da empresa, mas deixou escapar que o Sul do país possui muitas chances.

Evaldo Costa (evaldocosta@evaldocosta.com) é presidente do Instituto das Concessionárias do Brasil e especialista em Carros Verdes.
 
Fonte: Carsale


Toyota vai reduzir produção no Japão

Fabricante nipônica pretende estabilizar produção local e investir em fábricas no exterior



A Toyota já havia anunciado que irá reduzir em 10% a produção de suas fábricas no Japão até 2014. Agora, foi a vez de outra conterrânea adotar a mesma medida: a Nissan comunicou que irá diminuir o volume de automóveis fabricados no país, passando de 1,35 milhão de unidades (montante de 2011) para 1,15 milhão em 2013, segundo informações da agência Reunters. Para compensar a queda de 15% no volume, a marca aposta no incremento da produção em mercados emergentes, como Brasil, China e Rússia.

De acordo com a Toyota, líder mundial entre as fabricantes, mesmo com as medidas a serem tomadas para estabilizar a produção local, a expectativa é de produzir 3 milhões de veículos por ano no Japão. Já as suas unidades fabris em outros mercados devem responder por 6,8 milhões de veículos.

Toyota continua à frente

De acordo com o último balanço divulgado pela consultoria Jato Dynamics, a Toyota continua à frente de todas as marcas. O balanço aponta que a marca nipônica registrou 30,6 % de crescimento nas vendas em março, na comparação com o mesmo período do ano passado. A Volkswagen segue em segundo lugar, com aumento de 11,3%, seguida da Ford, que caiu 7% nas vendas em março.

Outra importante marca registrada pela Toyota em abril deste ano foi a conquista de 4 milhões de veículos equipados com tecnologia híbrida vendidos no mundo. Menos poluentes, os híbridos contam com um motor a combustão trabalhando em conjunto com um bloco elétrico. Segundo dados da própria marca nipônica, a trajetória dos seus “eco-carros” teve início em 1997 com o lançamento do Prius. Os primeiros mercados fora do Japão a recebê-lo foram Estados Unidos e Europa. Em 2003, a Toyota lançou a segunda geração do hatch e estendeu a tecnologia para veículos de outros segmentos como minivans, SUVs e sedãs. O Brasil receberá o Toyota Prius no segundo semestre deste ano, com preço estimado na faixa dos R$ 110.000.

Fonte: Carsale