terça-feira, 26 de junho de 2012

Volvo V60 híbrido diesel-elétrico é destaque no Festival de Goodwood

Primeiro modelo da marca sueca com tecnologia alternativa junta motor diesel e propulsor elétrico


O Volvo V60 é um dos destaques Festival de Velocidade de Goodwood, na Inglaterra. O modelo é o primeiro híbrido plug in diesel-elétrico da fabricante sueca, com um motor a combustão de 2.4 que desenvolve até 215 cv, e um elétrico de até 70 cv de potência.

A montadora aponta que o modelo tem nível baixo de emissões de CO2, próximo de 49 gramas por quilômetro rodado em ciclo misto. Há três modos de condução. Na opção pura o carro prioriza o motor elétrico, e roda o máximo possível usando apenas ele. Quando totalmente carregada, a bateria do automóvel tem autonomia para cerca de 50 quilômetros.

A configuração padrão sempre que o carro é ligado é a híbrida, que combina os dois motores para oferecer a melhor performance possível com baixo consumo e emissão. No moto “potência”, o carro prioriza o desempenho e o prazer ao dirigir do condutor. No primeiro ano de produção, a companhia planeja fabricar mil unidades do modelo. Em 2014 o volume deve crescer para entre 4 mil e 6 mil no mesmo período. A expectativa é de que cerca de 30% deste total abasteça mercados como Suíça, Alemanha, Suécia, Bélgica e França.

V40

A Volvo também aproveita o evento britânico para mostrar o novo V40, que estreia tecnologias como o airbag para pedestres. O modelo chega ao mercado da região por £ 19,7 mil, algo em torno de R$ 63 mil.

Equipado com um motor 1.6 a diesel e transmissão manual de seis velocidades, o modelo desenvolve até 115 cv. Medições da companhia apontam que o carro também tem baixo nível de emissões de gases do efeito estufa, de 94 gramas por quilômetro rodado.



Nissan confirma sua sexta fábrica na China

Nova unidade vai demandar US$ 784 milhões


Montadora japonesa com maior presença na China, aNissan confirmou o investimento de 5 bilhões de yuans, equivalentes a US$ 784 milhões, para construir uma nova fábrica na província de Liaoning, onde irá produzir até 150 mil carros por ano em 2014. As informações são do site Automotive News. Mais adiante, essa demanda poderá ser ampliada para 300 mil veículos anuais.

Esta será a sexta unidade da montadora na China. “O foco da Nissan tem sido o sul da China; é preciso expandir e consolidar esse crescimento para o nordeste”, afirmou o vice-presidente executivo da companhia, Saikawa Hiroto.

A montadora planeja lançar cerca de 30 modelos no mercado chinês até 2015 e quer elevar suas vendas para mais de 2,3 milhões de unidades. Este ano a Nissan já vendeu 425 mil veículos no país, 20% a mais que no ano anterior, segundo o comunicado. Em todo o ano de 2011, as vendas da empresa na China aumentaram 22%.

A companhia informa que sua capacidade na China chegará a 1,5 milhão de automóveis em 2015, ante 1 milhão para este ano. A montadora também visa ao mercado de luxo e para isso criou há um mês uma sede em Hong Kong para a marca Infiniti, cujas vendas começaram em 2007.



sábado, 23 de junho de 2012

Novo Toyota Corolla XRS 2013 já vendeu 1027 unidades no Brasil

Toyota Corolla XRS já vendeu 30% do previsto para 2012


A Toyota contabilizou a venda de 1.027 unidades do novo Corolla XRS 2013 no Brasil, versão com visual esportivo do modelo mais vendido da montadora e o mais consumido do mundo. Lançado por aqui em abril, o volume emplacado até agora pela nova versão XRS representa 30% das vendas estimadas para a versão em todo o ano e 11% das vendas totais do Corolla no País.

Segundo a Toyota, o Corolla se mantém na liderança de seu segmento de sedãs médios no mercado brasileiro, com 20,6 mil unidades emplacadas de janeiro a maio de 2012. No mundo, o Corolla foi o carro mais vendido pela segunda vez consecutiva, com 1,02 milhão de unidades entregues, segundo estudo da revista de economia Forbes. A pesquisa revelou que os consumidores de 150 países onde o modelo é vendido o escolhem por critérios de eficiência no consumo de combustível e confiabilidade.

A versão Corolla XRS traz características esportivas ao tradicional modelo da Toyota. No exterior, destaque para a nova grade frontal, com moldura mais larga, com único filete central e acabamento inferior em forma de losango. Os faróis com máscara negra, spoiler fixado na parte inferior do para-choque e luz de neblina completam o conjunto frontal. A traseira conta com spoiler e aerofólio, o logotipo Corolla XRS 2013 com letras em vermelho e lanternas de led.

Interiormente, o carro conta com assentos e manopla de câmbio com acabamento de couro perfurado, tapetes exclusivos para a versão, volante com controles do sistema de som e computador de bordo, além das borboletas do câmbio sequencial.

A versão Corolla XRS (automático) é oferecida no mercado com preço sugerido de R$ 79,5 mil.
 
 

GM abre novo PDV em duas fábricas no Brasil

Desta vez, PDV afeta também São Caetano do Sul


GM de São Caetano do Sul (SP)

A General Motors anunciou nesta sexta-feira, dia 22, a abertura de um novo Programa de Demissões Voluntárias (PDV) em São José dos Campos (SP), o segundo em menos de um mês. Desta vez, a montadora estendeu a medida também à fábrica de São Caetano do Sul (SP). Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, o PDV foi aberto nesta sexta-feira, 22, e se encerra no dia 2 de julho para todos os trabalhadores da produção.

No programa anterior, encerrado em 15 de junho, houve 186 adesões. No período de um ano, a GM já fechou cerca de 2 mil postos de trabalho nas fábricas de São José dos Campos e São Caetano do Sul. A montadora não informou quantas demissões pretende atingir com esse novo programa. Para o sindicato, o PDV seria desnecessário por não haver mão de obra excedente e porque as vendas do setor automotivo tiveram crescimento significativo depois da redução de IPI concedida pelo governo.

O Sindicato também defende a reabertura do segundo turno do MVA, onde são montados Corsa, Meriva e Zafira. “Não há motivo para a GM continuar demitindo, principalmente porque tem recebido incentivos do governo, que deveria cobrar da empresa a manutenção dos postos de trabalho”, afirma o presidente do sindicato, Antônio Ferreira de Barros. “Além disso, os cortes vão sobrecarregar ainda mais os trabalhadores que continuarem na fábrica.”

O presidente do sindicato reuniu-se nesta sexta-feira com o secretário de Relações do Trabalho de São José dos Campos, Ricardo Dinelli, e com o secretário de Desenvolvimento Econômico, José de Mello Corrêa, para discutir a situação dos trabalhadores da GM. O sindicato voltou a cobrar que a prefeitura se posicione diante das demissões que vêm ocorrendo na GM e interceda para que o governador Geraldo Alckmin receba o sindicato.

O secretário Dinelli, entretanto, afirmou que não vai se manifestar sobre as demissões e não quer envolver o governo do Estado no assunto. Ele afirmou ainda que só se manifestará em caso de demissão em massa. O presidente do sindicato também apresentou aos secretários as propostas que foram encaminhadas à GM como forma de garantir a manutenção e ampliação dos postos de trabalho na fábrica.

O que propõe o Sindicato à GM:

- manutenção dos postos de trabalho;
- produção de 100% do Classic em São José dos Campos;
- nacionalização da produção dos veículos trazidos do exterior;
- volta da produção de caminhões em São José dos Campos;
- reabertura do segundo turno do MVA;
- reintegração dos demitidos.

Preços da Nova Ford Ranger 2013 são revelados

Preços da Nova Ford Ranger 2013 variam de R$ 75.500 a R$ 130.900


A Ford realizará a apresentação oficial da Nova Ranger 2013 para a imprensa especializada na semana que vem na Argentina, mas como as revistas testam os carros antes para o fechamento das edições, praticamente todas já testaram a nova geração da picape e revelam a faixa preços oficiais do modelo.

Para não divulgar todas os preços de uma só vez, a Ford informou para as revistas a versão de cabine dupla 4×2 equipada com o motor 2.5 Flex XLT vai custar R$ 75.500. Este propulsor bicombustível é o 2.5 Duratec com duplo comando variável e que entrega 173 cv de potência.

A versão top de linha será a Ranger 4×4 3.2 Diesel Limited com câmbio automático que custará R$ 130.900. Esta versão também chega como a mais potente da categoria, tanto em torque quanto potência, pois este propulsor 3.2 Duratorq entrega 200 cavalos de potência e torque de 47,9 kgfm, exatamente o mesmo da Nova S10. Entre o itens de série desta versão, destaque para os seis airbags, navegador GPS integrado no painel, sistema de auxílio ao estacionamento com câmera de ré entre outros itens.
 



Fonte: Carplace


Novo Chevrolet Malibu 2013 é lançado nos Estados Unidos

Modelo topo de linha custa US$ 30.925. Carro possui novo motor 2.5 de 199 cavalos


A GM divulgou os valores da nova geração do Chevrolet Malibu, que chega ao mercado dos Estados Unidos. O modelo fez sua estreia mundial nos Salões de Nova York e Xangai de 2011 e foi totalmente modificado, utilizando a plataforma Buick Regal. O preço base do modelo no país é de US$ 23.150, equivalente a R$ 47.126,46, na versão de entrada LS. A topo de linha LTZ será comercializada por US$ 30.925, cerca de R$ 62.954,02.

O modelo possui nova opção de motor 2.5 litros Ecotec, que equipa as versões LS, LT and LTZ. Segundo a marca, o propulsor rende 199,73 cv. Ainda há o motor 2.0 a diesel para o LT e a LTZ, que atinge 262,59 cv. Já o modelo ECO possui motor 2.4. Todas as versões possuem 10 airbgs e freios ABS.
 

Fonte: G1.Globo.com

Distribuição do diesel S-50 no Brasil ainda é irregular

Distribuição de diesel S-50 no Brasil ainda enfrenta questão geográfica seis meses depois de sua implantação

Na virada do ano, o Brasil deu um passo importante para a modernização dos modelos comerciais – leves e pesados – vendidos por aqui. Todos os veículos movidos a diesel fabricados a partir de janeiro deste ano foram obrigados a se adaptar à fase Proconve P7, equivalente ao Euro 5, que prevê normas de emissão de poluentes mais exigentes. E uma das principais mudanças é o novo diesel S-50. Como os motores precisam ser abastecidos com um combustível menos poluente. Só que a opção do Governo Federal foi vender o S-50 junto com os antigos e mais baratos S-500 e S-1800. E a distribuição – de extrema importância para os consumidores dos novos modelos, que podem ter problemas mecânicos sem eles – ainda é irregular. Seis meses depois do início da medida entrar em vigor, a situação ainda varia muito dependendo da região.

Isso se dá principalmente pela regra de distribuição do S-50. A ANP – Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – estipula que qualquer posto que tiver número de bombas de diesel superior à gasolina/etanol é obrigado a vender o novo combustível. Isso não impede que o dono de posto de gasolina possa ter a bomba com o novo combustível em seu estabelecimento, se interessar. Dessa forma, de acordo com a entidade, hoje são 3.728 postos obrigados a comercializar o diesel S-50 em todo o Brasil e outros 1.067 vendem o novo tipo de combustível voluntariamente. No total, são quase 4.800 postos, de um universo que supera os 38 mil revendedores – pouco mais de 12%.

Uma olhada rápida na lista dos lugares que o diesel é vendido revela outro problema. A maioria das novas bombas fica nas estradas, lugares em que, pela lei, estão obrigadas a estar presente. Nas cidades, onde o número de bicos de gasolina/etanol é geralmente superior, a proporção cai. Em uma cidade como Belo Horizonte, por exemplo, existem apenas seis postos cadastrados. Enquanto isso, em Belém, capital com rota rodoviária comercial bastante usada, são 106. Ou seja, dependendo da localização, a diferença é absurda. "Muitos postos urbanos já passaram para S-50. Isso já foi constatado. Mas, mesmo assim, é possível que em cidades menores, possa existir dificuldade para achar o combustível", contemporiza Alísio Vaz, presidente executivo do Sindicom – Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes.
Nas maiores cidades brasileiras, a distribuição é boa, mas muito mais por iniciativa dos revendedores. No Rio de Janeiro, por exemplo, são apenas seis obrigatórios e 42 vendendo o diesel voluntariamente. Em São Paulo, são quatro por lei e 28 por vontade própria. Uma das razões para a oferta ainda tímida é exatamente a demanda. Apesar de já existirem seis meses de comercialização do diesel, muitas montadoras fizeram estoques de modelos Euro 3, que ainda são vendidos. "Não faz sentido colocar uma quantidade absurda de S-50 se não tem cliente para consumir. A quantidade de postos de hoje é mais que suficiente para a atender a demanda atual", se defende Alísio, do Sindicom, que também informa que a maioria das bombas S-50 está distante 100 km uma da outra.

A falta de uma oferta vasta do diesel S-50 fica mais agravada quando se leva em conta os eventuais prejuízos de se usar um combustível menos puro nos modelos mais modernos. "A tecnologia é bastante robusta e até permite a utilização de um diesel com mais enxofre, mas apenas se for algo temporário. Se isso acontecer em uso prolongado, alguns componentes terão sua vida diminuída, caso do catalisador, por exemplo. E como são peças de alto teor tecnológico, são caras em termos de reposição", avalia Marco Liccardo, diretor do centro de desenvolvimento da Iveco em Sete Lagoas.

Entre os comerciais leves, o discurso é semelhante. A Volkswagen Amarok, por exemplo, a situação é mais delicada. Por ser equipada com um motor feito especialmente para o Euro 5 – desenvolvido na Europa –, o uso do diesel antigo pode acarretar problemas maiores. A marca avisa que os principais contratempos podem surgir no filtro de partículas, sobrecarregado com alta quantidade de enxofre. Já na Toyota, fabricante que usa um motor adaptado às novas normas de emissão, existe até a possibilidade de uso do combustível antigo. Mas sob pena de eliminação dos benefícios, como a redução na emissão de poluentes e menor consumo.

Ou seja, existe a real necessidade do abastecimento dos veículos mais modernos com o S-50. Eles são praticamente obrigados a rodar com ele a fim de manter os benefícios prometidos – e cobrados – pelas marcas. A despeito disso o combustível é distribuído de forma quase arbitrária, sem tanto compromisso. Uma contradição que corre risco até de eliminar as óbvias vantagens da modernização da frota nacional.
por Rodrigo Machado - Auto Press
Fonte: MotorDream