quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Iveco entrega 260 caminhões da família Daily para a Sabesp

Veículos da marca representarão cerca de 20% da frota da companhia


A Iveco conclui este ano a entrega de 260 caminhões vendidos à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). O negócio foi conquistado por meio de pregão e fechado por intermédio da concessionária Cofipe. Os veículos da família Daily representarão 20% da frota da empresa.

A maior parte da encomenda é do modelo 70C16 Massimo, de sete toneladas com motor de 156 cv. As unidades serão entregues em quatro configurações: baú de alumínio com plataforma elevatória, basculante, chassi e carroceria de madeira com guindauto. Cerca de metade dos veículos já foram entregues e estão em operação de limpeza e desobstrução de esgotos em diversos municípios de São Paulo.

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Vendas de motos começam bem em 2012

Janeiro teve 144.222 unidades emplacadas, alta de 6,9% sobre o mesmo mês do ano passado


O ano de 2012 teve o segundo melhor janeiro para as motocicletas. Segundo dados da Fenabrave, entidade que reúne as associações de concessionárias, foram emplacadas 142.222 unidades no período, alta de 6,9%% na comparação com o mesmo mês de 2011. O melhor janeiro para o setor foi o de 2008, quando 145.532 motocicletas zero-quilômetro chegaram às ruas.

A Honda iniciou 2012 com 79,19% de participação do mercado e as cinco motos mais vendidas. A seguir vêm as marcas Yamaha (11,17%), Suzuki (2,1%), Dafra (1,92%) e Kasinski (1,57%). Uma boa briga desponta no segmento das big trails, motos com cilindrada acima de 600 cc, preços na casa dos R$ 30 mil e aptas a cobrir grandes distâncias na terra ou asfalto. A líder Yamaha XT 660 teve 367 unidades emplacadas e é apertada pela Honda Transalp 700, com 310 unidades. A BMW G650 GS, que terminou 2011 em segundo, inicia o ano no terceiro posto, com 161 motocicletas emplacadas.

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Países exportadores de automóveis atacam barreiras do Brasil

 Diferença na cobrança do IPI é criticada na OMC


Notícia da Agência Estado, assinada por Jamil Chade, de Genebra, registra que Austrália, União Europeia, Estados Unidos, Hong Kong, Coreia, Japão e Colômbia criticaram na Organização Mundial do Comércio (OMC) as restrições adotadas pelo Brasil nas importações de veículos e alertaram sobre a possibilidade de abrir queixas legais. O principal obstáculo à eficácia de um processo formal junto à entidade é a morosidade na análise e julgamento.

Os efeitos do Decreto 7567, de setembro de 2011, que estabelece a elevação de 30 pontos percentuais no IPI de veículos estrangeiros destinados ao mercado brasileiro, não oriundos do Mercosul e México, devem cessar em dezembro de 2012, antes que a OMC possa se pronunciar a respeito da iniciativa e sua legalidade.

Segundo o jornalista, a queixa em Genebra não passou de mais um alerta, ainda que o tom esteja sendo elevado. O debate foi liderado pelos australianos, que já alertaram que vão procurar a diplomacia brasileira para negociações bilaterais. A preocupação da comunidade internacional em relação às leis brasileiras é baseada tanto em prejuízos comerciais, que empresas terão, quanto ao risco sistêmico que o comportamento representa.

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Vendas de veículos têm janeiro recorde

Resultado foi 9,5% maior do que o de janeiro do ano passado


As vendas de veículos em janeiro de 2012 alcançaram recorde para o mês, com 268,2 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Houve aceleração de 9,5% sobre o mesmo mês do ano passado. Já na comparação com dezembro foi registrada queda de 23% no ritmo de emplacamentos por conta da sazonalidade. Os dados são do Renavam e foram divulgados pela Fenabrave na quarta-feira, 1º.

A General Motors surpreendeu e liderou as vendas do mês, com 52,8 mil veículos e 20,9% do mercado. A Fiat ficou em segundo lugar no ranking, com 51,9 mil unidades e 20,5% de participação, seguida pela Volkswagen, que respondeu por 20,2% dos licenciamentos com 51 mil veículos. A Nissan também avançou e saltou da 12ª colocação no ranking, com 1,9% de participação, para a 6ª colocação, com 8,3 mil carros e 3,3% do total comercializado.
Ayrton Fontes, economista da agência de varejo automotivo MSantos, avalia que, apesar do crescimento, o mercado começa a dar alguns sinais negativos. Segundo ele, as vendas diretas a frotistas desaceleraram cerca de 10% no mês. Há ainda o esgotamento do poder de compra da classe média. Outro fator preocupante é o crescimento da inadimplência, que torna a liberação de crédito mais criteriosa.
Desempenho por segmento
LevesCom 252,6 mil unidades, o segmento de leves acelerou 9,8% sobre janeiro de 2011 e sofreu retração de 23,2% na comparação com o mês anterior. Foram emplacados 196,2 mil automóveis, com alta de 8,8% no reajuste anual e queda de 21,9% no mensal. A venda de comerciais leves chegou a 56,4 mil, com crescimento de 13,4% sobre o mesmo mês do ano passado e baixa de 27,3% em relação a dezembro.
Pesados
A venda de veículos pesados teve resultados menos expressivos, com evolução de 5,6% na comparação anual e desaceleração de 18,8% na mensal, para 15,5 mil licenciamentos. O emplacamento de caminhões somou 13 mil unidades, com expansão de 6,3% sobre janeiro de 2011 e queda de 16,7% sobre dezembro. Já a comercialização de chassis de ônibus teve crescimento tímido de 2,4% em relação ao mesmo mês do ano passado e caiu 28,1% ante o período anterior, para 2,5 mil unidades.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Caminhão Volvo FH é lider entre os pesados

Volvo FH aposta em alta dose de segurança embarcada para continuar lider entre os caminhões pesados


No mundo dos caminhões, raramente um modelo conquista um cliente pelo desejo ou pela imaginação. São geralmente veículos que buscam fornecer sempre a melhor relação custo/benefício possível para o frotista. Ou seja, consumo de combustível, manutenção e preço inicial é que contam. Entretanto, existe um segmento que parece fugir um pouquinho à regra. Os caminhões pesados são aqueles super equipados, com motores imensos e até espaço para dormir e relaxar no interior. E, dentre esses, quem mais se destaca no Brasil é o Volvo FH. Além de ser o modelo topo de linha da marca sueca, é líder de mercado no setor. E, com as mudanças realizadas pela fabricante para adaptar o modelo ao Proconve P7, ele ficou bem mais moderno.

Em 2011, o FH liderou o segmento de pesados, segundo a Fenabrave – Associação das Distribuidoras de Veículos. Foram 8.203 unidades comercializadas da entre os últimos janeiro e dezembro contra 7.109 do Scania G, 2.810 do Scania P e 2.216 do Iveco Stralis, os mais vendidos do ano.





Como manda a tradição da marca, é na segurança que o FH tenta se distanciar dos principais rivais. E algumas dessas soluções também estão nos carros de passeio da marca sueca. Caso do controle de estabilidade. Mas, diferentemente dos carros, no FH o equipamento funciona não apenas para manter a cabine em sua trajetória correta, mas também o reboque. Através da redução da potência do motor e da pressão individual dos freios em cada roda, o sistema previne o capotamento e o chamado efeito canivete – quando o reboque derrapa e faz um ângulo de 90º com a cabine. O pesado também é equipado com o controle de cruzeiro adaptativo. Por meio de um radar na dianteira, ele mantém o caminhão no mesmo fluxo do trânsito, mantendo a distância ao veículo da frente. A Volvo ainda equipa o seu topo de linha com o sistema de monitoramento de ponto cego, aviso de mudança de faixa e um detector de fadiga do motorista.

No ponto de vista mecânico, o Volvo FH teve algumas modificações para este ano. Afinal, precisava se adaptar às normas do Proconve P7. O único motor usado continua a ser o de seis cilindros e 13 litros, mas agora com quatro calibragens diferentes. A básica rende 420 cv e 214 kgfm de torque entre mil e 1.400 rotações. As intermediárias geram 460 cv e 235 kgfm e 500 cv e 255 kgfm, enquanto a mais forte tem 540 cv e 265 kgfm de torque. Com isso, a Volvo tem em sua linha o caminhão mais potente à venda no Brasil. O propulsor é dotado da tecnologia SCR para a redução nas emissões. Para funcionar perfeitamente, portanto, é necessário o aditivo ARLA32 – guardado em um tanque próprio no caminhão – que, através de reações químicas do catalisador, diminui as emissões.




Existem duas opções de transmissão. Uma manual de 14 velocidades e a automatizada I-Shift de 12 marchas. Na linha 2012, a Volvo promoveu mudanças mecênicas no eixo traseiro. Agora, ele não tem reduções nos cubos e possui carcaça fundida. De acordo com a engenharia da Volvo, essas modificações permitem que o eixo seja mais robusto e durável. O FH está disponível nas configurações 4X2, 6X2 e 6X4.
Para um caminhão desse porte, além dos atributos dinâmicos, é preciso ter um bom espaço e conforto no interior. Afinal, é comum o motorista passar a noite ou descansar na cabine de um caminhão pesado. Para isso, o FH tem cama reclinável – mais larga na linha 2012 – e há espaço na cabine para receber uma TV de 17 polegadas. O sistema de som é de série e tem entradas auxiliares e USB, além de ter compatibilidade com celular. O interior ainda tem como destaque o novo painel de instrumentos, com uma tela maior para o computador de bordo.



por Rodrigo Machado - Auto Press

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MotorDream.uol.com.br



JAC J5 será apresentado em março no Brasil

Notícias e lançamentos


A JAC definiu nesta semana a data da apresentação do sedã médio J5 no Brasil. De acordo com a assessoria da marca, o lançamento do modelo está marcado para o dia 19 de março e coincide com as comemorações de 1 ano de atuação da montadora chinesa no mercado nacional.

Já podendo ser encomendado, o J5 será oferecido com preços entre R$ 53.800 e R$ 55.200. A lista de equipamentos, tal qual a dos demais modelos da marca, promete ser bastante recheada. Debaixo do capô o três volumes contará com um motor 1.5 16V de 125 cavalos (6.000 rpm) e 15,5 kgfm de torque (4.000 rpm).

Apenas o câmbio manual de cinco marchas estará disponível, inicialmente.
Fonte: JAC/Divulgação


Fotos oficiais do Fiat 500L

Monovolume baseado no 500 será apresentado em Genebra e chega às lojas em outubro


A Fiat confirmou o lançamento do monovolume 500L para o Salão de Genebra, no dia 6 de março. O modelo, construído sobre a plataforma alongada do subcompacto 500, será fabricado em Kragujevac, na Sérvia, e chega às concessionárias da marca italiana na Europa em outubro. O 500L será oferecido inicialmente com dois motores a gasolina (TwinAir e 1.4 litro) e um motor turbodiesel (MultiJet II 1.3 litro).

De acordo com a Fiat, a principal proposta do 500L é reunir a funcionalidade de um monovolume familiar e a dirigibilidade de um utilitário esportivo compacto. A princípio, o 500L será oferecido apenas em versão de cinco lugares. A imprensa internacional vinha considerando uma variante com sete lugares, já que o modelo substituirá, de uma só vez, Idea e Multipla no mercado europeu.

O 500L tem 4,14 metros de comprimento, 1,78 m de largura e 1,66 m de altura. As medidas do 500 hatch são: 3,55 metros de comprimento, 1,63 m de largura e 1,49 m de altura. Ou seja, a carroceria monovolume é 59 cm mais longa, 15 cm mais larga e 17 cm mais alta na comparação com o carrinho de estilo retrô. Segundo a Fiat, estas dimensões representam um avanço no conceito de cabine avançada, surgido no Fiat 600 Multipla, em 1956, e repetido no Multipla produzido entre 1998 e 2010.
 
 
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br