terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Kia Motors é o novo patrocinador do Palmeiras

Marca coreana venceu disputa com a JAC Motors


A Kia Motors vai oficializar nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro, o contrato de patrocínio com o Palmeiras. O anúncio será feito em uma concessionária da marca em São Paulo, capital, e contará com a presença do presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini, e o presidente do clube, Arnaldo Tirone.

Desde o final do contrato com a Fiat, no final do ano passado, o Palmeiras estava sem patrocinador na camisa. Especulações chegaram a dar como certo um acordo com a JAC Motors, mas a Kia teria entrado na disputa posteriormente e levado a melhor.

Nenhum valor oficial foi revelado, mas reportagens da imprensa esportiva afirmam que o contrato é de três anos e totaliza R$ 74 milhões.


Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br


Importados: carros fabricados no México poderão voltar a pagar 35% de imposto

Alta da moeda brasileira perante o dólar seria o principal motivo, diz colunista Sonia Racy do Estado de S. Paulo


VW Jetta (foto)
No ano passado o governo gerou polêmica ao sobretaxar em 35% os veículos importados de países fora do eixo Mercosul-México. Agora o que pode causar ainda mais discórdia entre os nossos dirigentes e as montadoras e afetar em cheio a escolha (e o bolso) do consumidor é a possível quebra do acordo automotivo firmado entre o Brasil e o México. A informação foi revelada pela colunista Sonia Racy do Estado de S. Paulo na terça-feira (31), que cita a insatisfação do governo brasileiro com o desequilíbrio na balança gerada pela valorização do real perante o dólar.

O governo mexicano teria mandado um recado para a presidente Dilma Rousseff – que está em viagem diplomática em Cuba – demonstrando o seu desagrado quanto a vontade brasileira em cancelar o acordo. Segundo a colunista, já houve tentativas de negociação, mas não foram be sucedidas.

Caso a quebra venha a acontecer, modelos que estão apresentando um bom desempenho de vendas no mercado nacional, como Fiat 500, Ford Fusion, Honda CR-V, Chevrolet Captiva e Volkswagen Jetta, deverão voltar a pagar os 35% de imposto ao entrar no país. O valor, como se sabe, será repassado ao consumidor, que terá de escolher entre carros nacionais com segurança equivalente à automóveis europeus da década de 1990 e importados (bem) mais caros.

Fonte disponível no(a): Carros.iG.com.br


KTM lança a Duke 200 destinada a mercados emergentes

Modelo será a 1ª moto da marca destinada a mercados emergentes, Previsão é comercializar 20 mil unidades em 2012


A KTM anunciou o lançamento da moto Duke 200 na Índia. Por lá, o modelo será feito pela parceira indiana, a Bajaj. A previsão é de que sejam comercializadas 20.000 unidades até o final de 2012. A Duke 200 será a primeira moto da KTM destinada ao mercado global, mais especificamente aos emergentes, o que inclui o Brasil. No entanto, a empresa ainda não divulgou datas e preços. (Foto: Divulgação)

Fonte disponível no(a): G1.Globo.com


Ford divulga versão definitiva da minivan B-Max

Modelo estará no Salão de Genebra, em março. Monovolume será equipado com motores Ecoboost e Duratorq


Pelas imagens, o novo carro se manteve fiel em relação às linhas do modelo conceitual que o originou. O monovolume conta com linhas harmoniosas e se destaca pelo desenho arrojado, fruto da tendência de estilo Kinetic.

Na motorização, a B-Max, será equipada com o novo motor 1.0 da ‘família’ Ecoboost, assim como a linha Duratorq TDCi diesel. A Ford B-Max estará disponível à venda na Europa ainda este ano, mas a marca não precisou a data.

Fonte disponível no(a): G1.Globo.com


Neobus e Navistar criam Neostar para fabricar ônibus completos

Joint venture será apresentada nesta quarta


Navistar e Neobus anunciam nesta quarta-feira, 1º de fevereiro, a formação da joint venture Neostar para a fabricação de ônibus completos, provavelmente com chassis e motor da Navistar e carrocerias da Neobus. Ambas as empresas mantêm operações em Caxias do Sul (RS), na Serra Gaúcha, o maior polo de encarroçamento de ônibus do País, com cerca de um terço da produção nacional.

A Navistar fabrica na cidade caminhões International em planta alugada da Agrale, mas também tem no País a divisão de motores diesel MWM International, com unidades em São Paulo (SP) e Canoas (RS). Já a Neobus é a quarta maior encarroçadora brasileira, com 3.863 carrocerias produzidas em 2011. Desde 2007 a Marcopolo, a maior do setor, comprou participação acionária na Neobus.

Os detalhes de como vai funciona a Neostar serão apresentados às 10h30 pelo presidente da Neobus, Edson Tomiello, na fábrica do bairro de Ana Rech, em Caxias. A Navistar tem a divisão de ônibus IC Bus e planeja explorar o segmento também no Brasil – não se sabe ainda, contudo, se esse plano se esgota na parceria com a Neobus.

Não é a primeira vez que as duas companhias tentam uma associação. Em setembro de 2008 a Neobus já havia firmado uma aliança com a Navistar para a produção de ônibus no México. Com a crise financeira mundial que se arrastou pelos meses seguintes, o plano foi engavetado. Segundo a Neobus, a parceria atual não tem nenhuma relação com a tentativa anterior.

Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br


São Paulo terá mais três ônibus movidos a hidrogênio

Investimento é estimado em US$ 3 milhões

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), coordenadora do consórcio que desenvolve o projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio, e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), firmaram contrato para a aquisição de mais três ônibus equipados com célula de hidrogênio a um custo de aproximadamente US$ 1 milhão cada veículo.

De acordo com a EMTU, os novos ônibus a hidrogênio terão índice de nacionalização superior ao protótipo testado em 2007. A novidade fica por conta da produção nacional do motor elétrico de tração como tentativa de reduzir o custo de produção dos veículos, informou a companhia. Continuam importados as células a hidrogênio, as baterias auxiliares de tração e os tanques de armazenamento de hidrogênio. O motor elétrico será produzido pela Weg, enquanto os chassis e carrocerias serão fornecidos por Tuttotrasporti e Marcopolo, que já participaram da concepção do protótipo. A EMTU será responsável pela monitoração dos testes dos novos veículos e a decisão das especificações técnicas, aperfeiçoadas a partir das observações do protótipo durante os testes.

O contrato prevê prazo de entrega de quinze meses com início dos testes a partir do segundo semestre de 2013 na região metropolitana de São Paulo. Os veículos serão fabricados com portas em ambos os lados, diferente do primeiro que tem três portas do lado direito, o que permitirá seu funcionamento em corredores com plataformas centrais. A previsão do Governo do Estado é de que os ônibus movidos a célula de hidrogênio sejam integrados à operação da frota intermunicipal em 2014.

Histórico do projeto

O projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio teve início em 1993, com o Ministério das Minas e Energia (MME), e um consórcio liderado pela EMTU, vinculada à Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos, que iniciaram os estudos para o uso do hidrogênio como combustível em ônibus urbanos para o transporte coletivo na Grande São Paulo.

O PNUD entrou com o apoio financeiro do Global Environmental Facility (GEF) e outros recursos foram provenientes da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Foram investidos US$ 16 milhões para o desenvolvimento do projeto.

O contrato de fornecimento do primeiro ônibus a hidrogênio e infraestrutura de produção e abastecimento foi assinado em maio de 2006 pelo PNUD e todos os membros do consórcio: AES Eletropaulo, Ballard, Epri, Hydrogenics, Marcopolo, Nucellsys, Petrobras e Tuttotrasporti, que firmaram um cronograma de trabalho, partindo da implementação da infraestrutura do hidrogênio seguida pela fabricação e teste do ônibus protótipo, que definiu o projeto técnico final para os demais veículos, até quatro ônibus, conforme o planejamento.

A produção do protótipo teve início no primeiro trimestre de 2007, em Caxias do Sul, RS, onde ficam as fábricas da Tuttotrasporti e Marcopolo. O primeiro teste foi realizado em outubro do mesmo ano (foto), quando também teve início o processo de licenciamento da unidade de produção e abastecimento de hidrogênio no pátio da Metra, operadora do corredor metropolitano que liga os bairros de São Mateus ao Jabaquara, na capital paulista. Em dezembro de 2010 o ônibus a hidrogênio entrou em operação comercial nesse corredor.


Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Paccar/DAF foca em nacionalização no Brasil

Fábrica brasileira já tem 50 fornecedores


Enquanto constrói sua fábrica de caminhões DAF em Ponta Grossa, Paraná, que começa a produzir a partir de junho de 2013, a Paccar já definiu uma rede de 50 fornecedores locais, com o objetivo de iniciar as operações com índice de nacionalização de 60% a 65%. “Temos a cadeia de suprimentos bem encaminhada para atender a legislação e garantir financiamentos com taxas competitivas”, afirma Marco Antonio Davila, presidente da empresa no País, referindo-se à linha BNDES/Finame para compra de veículos comerciais, que exige conteúdo nacional mínimo de 60%.

Em encontro com jornalistas na segunda-feira, 30, Davila revelou estratégia pouco diferente da divulgada em outubro passado, quando disse que os caminhões DAF seriam inicialmente importados para venda no mercado brasileiro a partir do fim deste ano ou começo de 2013, “a depender das condições econômicas”. Com a desvantagem do imposto maior e financiamento mais caro para veículos importados, a Paccar decidiu importar de 200 a 300 unidades do extrapesado XF apenas para o abastecimento inicial das concessionárias no País, que devem abrir as portas para pré-venda entre abril e maio, enquanto aguardam para junho o primeiro lote de caminhões DAF XF feitos no Paraná.
“Mas os modelos importados já serão produzidos na Holanda com muitos componentes exportados de fornecedores no Brasil”, disse. Segundo o executivo, a empresa negocia essa condição com o governo para poder trazer os produtos sem pagar impostos maiores – em princípio, termina em dezembro próximo a aplicação de 30 pontos porcentuais sobre o IPI de veículos importados de fora do Mercosul e México, porém muitos no setor trabalham com a possibilidade de continuação dessa sobretaxação.
Comércio exterior cruzado

Para ajudar no rápido aumento do índice de nacionalização no Brasil, além de comprar componentes no País, a Paccar também traçou uma interessante estratégia de comércio exterior cruzado, com a exportação de componentes fundidos do motor. “A Tupy (de Santa Catarina) vai mandar para nossa fábrica na Holanda blocos, cabeçotes e virabrequins para serem montados nos motores que nós vamos importar de lá para o XF”, explicou Davila, acrescentando que diversos agregados também serão comprados e instalados no País.
E não seria mais barato e simples comprar o motor inteiro aqui mesmo de fabricante independente, como a Cummins, que já fornece para alguns modelos da Paccar? “É mais barato, contudo seria complicado adaptar. Hoje usamos os motores de 4 e 6 litros da Cummins e no Brasil vamos fazer primeiro o XF (extrapesado que usa o motor Paccar MX, de 12,9 litros).” Além disso, Davila explica que a estratégia é começar as vendas no Brasil com um motor próprio, para diferenciar a DAF dos concorrentes como marca premium. Mas ele confirma que a Cummins será a fornecedora dos motores dos outros modelos a serem montados no Paraná: os médios da linha CF 85 e 75, a partir de janeiro de 2013, e os leves da linha LF que devem começar a ser produzidos em 2015.

Davila avalia que a linha logística de fornecimento estará bem azeitada no Paraná com as melhorias prometidas para o Porto de Paranaguá, a 200 km da fábrica de Ponta Grossa, que costuma formar filas quilométricas de caminhões na época das exportações da safra de soja. “Se tivermos problemas poderemos usar Santos (SP) também, mas Paranaguá já está separando o fluxo de embarque de grãos da movimentação de contêineres. Com isso pretendemos movimentar nossos suprimentos por lá, tanto importados como de fornecedores nacionais, além de fazer exportações”, conta.

Investimentos nos fornecedores

A Paccar negocia investimentos diretos em alguns fornecedores, como é o caso da Automotiva Usiminas, que vai receber em Pouso Alegre (MG) partes estampadas importadas da Holanda e executar a soldagem e pintura das cabines. “Provavelmente teremos de colocar recursos lá para montar uma linha exclusiva”, revelou Davila. No Brasil a Paccar também vai terceirizar a fabricação de alguns componentes, como é o caso dos eixos dianteiros, feitos pela própria empresa no exterior e que aqui serão fornecidos pela Meritor.

Com essa estratégia, será possível chegar a níveis elevados de nacionalização sem aumentar o investimento na fábrica, programado em US$ 200 milhões, com a contratação inicial de 200 empregados diretos para produzir cerca de 1 mil unidades em 2013 – o número deve chegar a 500 funcionários para fazer de 4 mil a 5 mil veículos em 2014. “Só não abrimos mão da montagem final, que é estratégica para manter altos os nossos padrões de qualidade”, diz Davila. Dos fornecedores é exigido índice máximo de 50 ppm (peças defeituosas por milhão). A linha de produção paranaense, a oitava planta de caminhões do grupo no mundo, “vai adotar as melhores práticas da Paccar”, segundo informa o executivo. Por isso a liderança do projeto é de engenheiros da fábrica de Leyland, na Inglaterra, onde atualmente a empresa apura os mais altos indicadores de eficiência e qualidade.


A Paccar divulgou a lista de seus 15 maiores fornecedores no Brasil. Veja abaixo:



Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br