segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Montadoras italianas podem receber novos incentivos

Governo pode incentivar empresas para suportar crise


O sub-secretário do governo italiano, Antonio Catricalà, afirmou que as montadoras italianas podem receber novos incentivos por parte das autoridades, desde que cumpram com as regras estabelecidas pela União Europeia.

“O mercado de automóveis precisa de incentivos. Precisamos encontrar meios de arrecadar fundos para tomar eventuais medidas neste sentido”, afirmou Catricala, quando perguntado sobre a concessão de possíveis incentivos para o desenvolvimento de novas soluções sustentáveis.

A UNRAE, organização que representa as montadoras “estrangeiras” atuantes na Itália, prevê uma queda de 5,6% na quantidade de automóveis emplacados em 2012, chegando a no máximo 1,65 milhão de veículos. Em 2011, as vendas de automóveis na Itália atingiram 1,74 milhão de unidades, ante 1,96 milhões de veículos em 2010.

A preocupação do governo italiano com as montadoras locais é tão evidente que o atual Primeiro Ministro italiano, Mario Monti, já declarou que tomará “medidas drásticas” para dar suporte ao mercado. As medidas de ajuda incluem a concessão de ajuda financeira às famílias que trocarem seus carros por veículos mais modernos e menos poluentes.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br


Ford está perto de registrar recorde nos lucros e cria novo slogan

"Go Further" será utilizado pela marca em 2012


A Ford pode registrar no fim do ano-fiscal 2011 o maior lucro da história desde 1998, mesmo com a fragilidade dos mercados europeu e asiático no último trimestre do ano passado.

De acordo com a agência Bloomberg, a montadora norte-americana deve apresentar um lucro líquido de mais de US$ 20 bilhões e, para Robert Willens, um especialista em impostos de corporações, o valor deve superar os US$ 22,1 bi, conquistados em 98.

“A Ford tem um alto nível de confiança em sua capacidade de gerar grandes quantidades de renda no futuro”, afirmou.

Este será o terceiro ano consecutivo que o CEO da Ford, Allan Mulally, apresenta lucro anual, já que de 2006 a 2008, a marca perdeu US$ 30,1 bilhões graças ao colapso da economia norte-americana.

Agora, seis anos depois da crise, a Ford resolveu criar um novo slogan para a sua campanha de marketing. Para ressaltar a plena confiança na total recuperação, o slogan “Go Further”, que significa “Ir mais longe”, será usado no lugar de “Drive One”, na América do Norte, e “Feel the Difference”, na Europa.

“Agora estamos em um momento diferente na história da nossa empresa”, afirmou Jim Farley, chefe global de vendas e marketing da Ford, que também salientou que o slogan servirá tanto para novos produtos globais da marca quanto para motivar seus funcionários.

Fonte disponível no(a):
QuatroRodas.abril.com.br


Hyundai planeja aumentar as vendas na Europa

Marca aposta em crise para crescer no Velho Continente


A Hyundai está traçando uma estratégia ambiciosa para elevar suas vendas no mercado europeu neste ano. A marca aposta que a crise que atinge a maioria dos países da Europa é uma oportunidade para aumentar sua participação por lá.

O objetivo da empresa sul-coreana é chegar a 15,4% do mercado europeu, comercializando 465 mil veículos em 2012. O otimismo da Hyundai se apóia nas vendas de modelos que tiveram aceitação positiva no continente, como o novo i30 e o i40, oferecido nas versões sedã e perua.

“A competição por preços tende a se intensificar temporariamente na Europa, mas, ultimamente, o cenário se mostra favorável a uma reestruturação das montadoras europeias. Acreditamos que a fase crítica pela qual passa a Europa pode nos dar uma oportunidade de expandir nossa participação de mercado”, declarou Lee Won-hee, diretor financeiro da Hyundai.

O desempenho da Hyundai vem mostrando sinais de melhora nos últimos meses. As vendas da empresa tiveram alta de 11,5% no ano passado e hoje o continente responde por aproximadamente 10% do total de veículos comercializados no mundo.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br


Recall do Mini Cooper no Brasil

 Defeito está na bomba de água do turbocompressor


Em decorrência do recall anunciado nos EUA, a Mini convocou para inspeção 2.470 unidades de seis modelos no Brasil. O problema estaria relacionado à bomba d´água suplementar do turbocompressor, que resultou em um recall de mais de 88 mil carros lá fora.

Os modelos afetados no mercado brasileiro são todos da linha Cooper: S, Cabrio, John Cooper Works, Clubman, Countryman e Countryman All 4, fabricados entre março de 2006 e janeiro de 2011.

De acordo com a Mini, o problema está na placa de circuitos que controla a bomba, que poderia sofrer superaquecimento e, em casos extremos, incêndio.

A substituição será realizada a partir do dia 6 de fevereiro e a marca disponibiliza o telefone 0800 707 0578 e o
site oficial para maiores informações.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br


BYD F0 série "Hello Kitty"

Customizado por revendedor local, subcompacto chinês traz pintura rosa e interior decorado com a personagem


Séries especiais de veículos são sempre uma surpresa. A ideia de incrementar o visual de um modelo pode ser uma boa estratégia para que com um produto já conhecido consiga atingir um público diferenciado. E ficou mais do que claro que público esse subcompacto chinês da foto quer atingir: as adolescentes recém-motorizadas.

Nesse caso, um revendedor da marca BYD na China resolveu personalizar os seus F0 com a personagem de desenho Hello Kitty. Além da pintura rosa, o pequeno ainda conta com uma infinidade de mimos em seu interior. As alterações vão desde a cor do tecido dos bancos, capa do volante, painéis das portas, manopla do câmbio, almofadas da personagem, além de uma porção de miniaturas de pelúcia espalhadas pelo carro – claro, que tudo na cor rosa. Confira as imagens publicadas em um site chinês.




Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br


Randon lançará retroescavadeira em rodeio

Retroescavadeira será apresentada durante evento internacional de Vacaria


A Randon realizará o lançamento da retroescavadeira RD 406 Advanced durante a 29º edição do Rodeio Crioulo Internacional da cidade de Vacaria, no Rio Grande do Sul, no fim deste mês. A apresentação do novo produto, desenvolvido para aplicação em obras de infraestrutura e construção civil, marcará o início de uma série de eventos para o lançamento até março em outros pontos de vendas no País.

Na ocasião do lançamento em Vacaria, a Randon Veículos, um dos braços do grupo Empresas Randon, apresentará também sua nova logomarca para utilização em todas as máquinas e equipamentos de seu portfólio. A divisão fabrica caminhões fora de estrada, retroescavadeiras, tratores florestais e cabeçotes.

O lançamento da retroescavadeira RD 406 Advanced em Vacaria é iniciativa da divisão Randon Veículos com a Retromac, distribuidor de máquinas na Região Sul, que envolverá a presença da diretoria da empresa, clientes e rede de distribuição.

Fonte disponível no(a):
AutomotiveBusiness.com.br


Diesel S50: vendas fracas preocupam ANP

Demanda baixa pode trazer risco de deterioração


Às vésperas de completar o primeiro mês de obrigatoriedade de oferta do óleo diesel S50, com menor teor de enxofre em sua composição (no caso, 50 partes por milhão), a demanda, ainda tímida, pelo produto, principalmente entre veículos pesados, preocupa o setor. A medida faz parte do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), criado em 2009.

Entre as razões elencadas para a baixa procura pelo novo diesel, a mais citada é o prazo dado aos fabricantes de veículos pesados para entregar, até março, os veículos vendidos e faturados em 2011, cujos motores podem funcionar com qualquer dos três tipos de óleo diesel a disposição no país. Como o diesel S50 é o tipo mais caro - custa, em média, R$ 0,10 a mais do que os tipos S500 e S1800 - ainda não consegue estimular a adesão dos consumidores, mesmo sendo menos poluente.

O S50 só é obrigatório para motores pesados fabricados a partir deste ano. A nova frota menos poluente, estimada em quase 170 mil novos veículos pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), só deve começar a rodar no segundo trimestre do ano. Para a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a maior preocupação é com os quase 3 mil postos revendedores, selecionados pelo órgão regulador para oferecer o diesel S50. Esses postos já compraram o novo combustível, mas o diesel só pode ficar estocado de 30 a 60 dias, dependendo das condições de limpeza e filtragem dos tanques.

“Demanda baixa implica giro baixo do produto e o produto não pode passar do prazo de comercialização, pois corre o risco de se deteriorar. A ANP vai monitorar para que a qualidade não se deteriore, mas isso é uma ação dos revendedores. O mercado de preço é livre, mas não podemos permitir que um combustível de má qualidade seja comercializado”, explicou Dirceu Amorelli, superintendente de Abastecimento da ANP.

Amorelli adiantou que vai reunir balanços da rede revendedora e tentar obter informações sobre venda de veículos pesados, mesmo que a agência se comprometa a guardar sigilo desses dados. “Preciso saber como está a saída de veículos pesados para calibrar a resolução e a questão logística do [diesel] S50. Se a gente verificar que o novo veiculo pesado só vai começar a rodar a partir de dezembro, vamos ter que pensar em outro tipo de medida”, explicou.

Para o superintendente da área, o cenário ainda não permite uma avaliação sobre o andamento do programa, mas a baixa demanda, por um lado, está possibilitando pequenos ajustes na inserção do diesel S50. Uma das mudanças é a atualização de informações sobre postos revendedores que pode resultar na eliminação de alguns empreendimentos e, para garantir a cobertura nacional do produto, possíveis inclusões de novos postos de abastecimento.

Se, por um lado, o setor aguarda a chegada da nova frota de veículos pesados, por outro, a ANP garante que, entre veículos leves movidos a diesel, como utilitários esportivos e camionetes, está aumentando o consumo do S50. “Os SUVs [veículos utilitários esportivos, na sigla em ingês] têm demanda crescente do S50. E, nas frotas cativas, nos grandes centros, o diesel já está presente. Isso já é um volume significativo, em torno de 6% [do volume total de diesel vendido no país]. A expectativa é que, até o fim do ano, o volume de demanda do S50 dobre e represente 12% do mercado e, no futuro, seja 100%”, projetou Amorelli.

Dirceu Amorelli, que mantém reuniões com representantes da rede revendedora para orientar e esclarecer dúvidas sobre a implementação do plano de uso do S50, garante que as resistências iniciais do setor, que temia os custos de adaptação para ofertar o novo combustível, foram superadas quando a medida passou a valer.

“Alguns revendedores ficaram com alguns tipos de dúvidas. A gente tem que ver um pouco o lado do revendedor, que tem uma margem apertada”, avaliou o superintendente da ANP, reconhecendo que a mudança resultou em elevação de custos para toda a cadeia. “Tanto os polos produtores quanto as bases e revendas tiveram que fazer algum tipo de investimento para receber o S50, que é um diesel mais delicado. Mas é um custo ambiental que, hoje, todas as empresas estão tendo que assumir.”

Os investimentos feitos para adequação ao diesel S50 servirão como base para a implementação da próxima etapa do plano, que prevê a entrada do óleo diesel S10, com teor ainda menor de enxofre, a partir de 2013. “Quando começamos o plano de abastecimento, estavam previstas a obrigatoriedade do S50, em 2012, e do S10, em 2013. Existe a previsão de investimentos em toda a rede, do polo produtor até o revendedor. No caso do revendedor, a mudança não seria significativa. Estamos acompanhando, nas bases distribuidoras e nos polos produtores, as mudanças necessárias que são mais rigorosas no caso do S10, mas a base dos investimentos já foram feitas no S50”, disse Amorelli.

Fonte disponível no(a):
AutomotiveBusiness.com.br