quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Chevrolet mostra Camaro ZL1 no Salão de São Paulo

O modelo, equipado com motor 6.2 V8, entrega 580 cv, o que faz dele o Camaro produzido em série mais potente da história.



São Paulo - A Chevrolet trouxe, apenas para exibição no Salão do Automóvel de São Paulo, o Camaro ZL1. O modelo, equipado com motor 6.2 V8, entrega 580 cv, o que faz dele o Camaro produzido em série mais potente da história.

Com diversos componentes fabricados em fibra de carbono, ele se destaca pelos para-choques e capô reformulados.

A marca mostrou, ainda, a linha 2013 da versão SS do Camaro. Equipada com o motor mais potente da linha Camaro (V8 de 6.2 litros, que tem bloco e cabeçotes feitos em alumínio), o esportivo desenvolve 406 cv de potência a 5.900 rpm e 56,7 kgfm de torque.

Sua aceleração de 0 a 100 km/h se dá em 4,8 segundos e a velocidade máxima atingida é de 250 km/h.

Em termos tecnológicos, a versão 2013 do Camaro traz importantes melhorias, como direção eletricamente assistida, novas rodas e uma central multimídia composta por rádio com tela touchscreen LCD de 7 polegadas, sistema de Bluetooth com comando de voz em português e câmera de ré.





Por: Natali Chiconi / Fonte: Exame

Volkswagen CC 2013 chega em novembro por R$ 208.024

Volkswagen CC mudou de nome, de visual e recebeu melhorias no interior. Modelo traz ainda nova lista de equipamentos.



Até então conhecido pelos consumidores como Passat CC, o cupê de quatro portas da Volkswagen trocou de nome, passando a se chamar apenas CC – sigla referente à “Comfort Cupê” –, em seu primeiro face-lift, que é mostrado pela Volkswagen no Salão do Automóvel de São Paulo. O novo Volkswagen CC, que estará disponível nas concessionárias a partir de novembro, tem preço sugerido de R$ 208.024, sem a vasta lista de opcionais oferecida pela montadora alemã. 

Quando o assunto é equipamentos de série, o novo Volkswagen CC traz itens que eram oferecidos como opcionais no modelo anterior, tal como o sistema detector de fadiga, apoios de cabeça dianteiros com ajuste longitudinal semelhante aos do Touareg, soleiras das portas em aço inoxidável e volante multifuncional revestido de couro. Há ainda faróis bi-xenônio com luz diurna em LEDs, luzes de curva estáticas, sistema de lavagem dos faróis, lanternas traseiras em LEDs, função “Auto-hold”, assistente de saída em subidas, controle automático das luzes com funções “Leaving home” e “Coming home”, ar-condicionado Climatronic, controle eletrônico de estabilidade e seis airbags.

Como opcionais, o motorista agora pode equipar o veículo com o display multifuncional do painel de instrumentos, onde pode conferir quais dos passageiros de trás estão com o cinto afivelado, sem ter que olhar para trás, batizado pela montadora de indicador de status dos cintos de segurança, 360 graus Optical Parking System (OPS), como componente do Park Assist 2.0, assentos climatizados (dianteiros) com função de massagem, novo painel de controle para o sistema automático de climatização (Climatronic), ACC (controle de velocidade adaptativo e distância com sistema de monitoramento Front Assist e City Emergency Braking, frenagem de emergência no trânsito urbano).

Outras opções disponíveis no novo Volkswagen CC incluem um teto panorâmico transparente, sistema de radio e navegação, sistema de som ‘Dynaudio Confidence’ com 600 Watts, unidades de telefone viva-voz, interface multimídia (MEDIA – IN), iluminação interna integrada ao parassol, luz ambiente nos painéis das portas, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, assim como rodas de liga-leve de 18 polegadas.‘Interlagos’, polida a máquina, 18 polegadas e pneus 235.

O novo CC virá equipado com o motor V6 de 3.6 litros, de 300 cavalos de potência, a 6.600 rpm, e 35,6 kgfm de torque, disponível entre 2.400 e 5.300 rotações, que, aliado a transmissão automatizada DSG de seis velocidades e dupla embreagem, leva o automóvel de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos, com velocidade máxima controlada eletronicamente a 250 km/h. A tração é 4Motion, permanente. De acordo com a marca, o Volkswagen CC tem consumo combinado cidade/estrada de 10,7 km/l.

O modelo estará disponível em oito opções de cores para a carroceria: Branco Cristal e Cinza Urano, sólidas, Marron Oak, Cinza Iron, Marrom Light, Azul Night e Prata Sargas, metálicas, e Preto Mystic, perolizada.



Fonte: Blogauto 

Mercedes-Benz avalia retorno dos trabalhadores suspensos

Executivo afirma que as expectativas em relação ao desempenho das vendas nos últimos três meses do ano são positivas.



A Mercedes-Benz do Brasil vai analisar, em novembro, a possibilidade de trazer de volta ao trabalho os cerca de 1.500 empregados da fábrica de São Bernardo que estão em layoff (suspensão temporária de contratos). Nessa análise, será levada em conta a reação do mercado de caminhões, segundo o presidente da companhia, Jurgen Ziegler.

O executivo afirma que as expectativas em relação ao desempenho das vendas nos últimos três meses do ano são positivas, por causa do estímulo dado pela nova linha Finame-PSI, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para compra de caminhões, que tem juros de 2,5% ao ano - a anterior tinha taxa de 5,5% ao ano - e que tem validade até 31 de dezembro. 

Levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), com base nos emplacamentos de veículos novos, já sinaliza reação nesse segmento. Na primeira metade deste mês, a comercialização cresceu 12% frente ao mesmo período do mês anterior.

Números do BMB (Banco Mercedes-Benz) também mostram essa aceleração na demanda, a partir dos últimos dias de setembro. A reação demorou um pouco a aparecer. Isso porque, embora o governo tenha anunciado a condição mais facilitada do financiamento no fim de agosto, a regulamentação só saiu dia 20 do mês seguinte. "Fomos o primeiro banco a operar, já no dia 21, os outros só começaram dia 24, 25, porque havia a necessidade de adaptar os sistemas", disse o presidente da instituição financeira, Angel Martínez. 

A partir da operacionalização da linha de crédito, o volume de financiamentos pelo Finame saltou de 250 por semana, para mais de 800. "A demanda estava represada. Hoje, está, na média, entre 400 a 600 (semanalmente)", diz Martínez.

Ele acrescenta que muitos clientes que estavam indecisos ou vinham adiando as compras resolveram fechar negócios, em razão dos juros negativos (descontando a inflação). Houve também, segundo ele, companhias que decidiram antecipar aquisições que fariam só em 2013. Por causa da forte procura, desde o dia 21, o banco operou em dois fins de semana até agora. O PSI-Finame corresponde a 65% a 75% do total de financiamentos do BMB.

Acordo - Acordo feito pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC com a montadora em setembro estabeleceu que o layoff, que foi iniciado em junho e que se encerraria em 17 de novembro, fosse prorrogado até 17 de dezembro e também fixou a garantia de emprego para todos os 13 mil funcionários da unidade de São Bernardo até 31 de janeiro. Tudo isso em troca do congelamento do reajuste salarial até fevereiro.

Ziegler afirma que a suspensão temporária - em que os trabalhadores recebem recursos provenientes do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e também complemento da empresa, mas têm de passar por cursos de qualificação - é uma ferramenta inovadora, que ainda não havia sido utilizada no segmento de caminhões no País.

No ano - O objetivo do acordo foi obter uma saída que evitasse demissões em massa, em meio ao quadro de forte retração no mercado de caminhões. O segmento sentiu, neste ano, o desaquecimento da economia - o que levou à redução do número de fretes e desencorajou investimentos - e também a antecipação de compras ocorrida em 2011. Isso porque os veículos produzidos em 2012 passaram a sair da linha de montagem equipados com tecnologia que segue a norma Proconve 7, menos poluente que a anterior, mas que elevou os preços dos caminhões em cerca de 15%.

Mesmo com a reação do mercado no último trimestre, o executivo da montadora projeta que o mercado do setor terá vendas 21% menores frente a 2011, fechando este ano com 130 mil unidades comercializadas (foram 165 mil no ano passado).


Por: Leone Farias / Fonte: Diário do Grande ABC 

Bugatti revela edição especial do Grand Sport com 1.200 cv

Marca mostrou o Grand Sport Vitesse Rafale, uma edição especial do roadster.




A Bugatti não participa da 27ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, mas aproveitou para lançar um modelo especial. Denominada “Rafale”, a versão se caracteriza pela pintura exclusiva da carroceria em cinza Rafale, ao passo que o teto, as entradas de ar, e algumas partes da traseira são pintadas em azul com aspecto de fibra de carbono. No interior, o esquema cromático inverte-se, com os bancos em azul e as costuras em contrastante cinza. Estes novos acabamentos elevam o preço deste Bugatti até aos 1,9 milhões de euros - 300 mil euros a mais que Vitesse “normal”.


Além do Grand Sport especial, a marca do Grupo Volkswagen, depois do sucesso do Veyron 16.4 Super Sport, não teve de esperar muito até começar a receber as primeiras perguntas acerca de uma variante conversível deste modelo. Então, tomou forma o Bugatti 16.4 Grand Sport Vitesse, com impressionantes 1.200 cv de potência, oferecidos pelo motor W16 8.0 litros com quatro turbos. Com estes argumentos, o bólido sem capota cumpre o 0 a 100 km/h em 2,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 410 km/h, estando esta normalmente limitada a “apenas” 375 km/h.


Fonte: Automotor / Via: Motor Dream 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Teste: Ford Ranger Limited 3.2 manual 2013

Nova geração está 'anos-luz' à frente da antecessora, mas teste foi curto. Motor forte é casado com câmbio que pede habilidade no primeiro contato



O ano de 2012 ainda guarda uma boa dose de lançamentos para o segundo semestre, mas entre as picapes médias não há mais nada a esperar. Com L200, Hilux e Frontier discretamente atualizadas; Amarok com o tão esperado câmbio automático; e S10 transformada em um novo carro, a Ranger - que chega em agosto ao Brasil - encerra o ciclo de novidades num segmento largado nos últimos anos, mas que de repente passou a bombar.

Se a GM recorreu à engenharia da Tailândia para desenvolver a nova S10, a Ford acionou a sucursal australiana para criar sua picape média, agora global. Segundo a montadora norte-americana, foram investidos US$ 1,1 bilhão para que plataforma, transmissões, motores interior e design fossem totalmente distintos – nem mesmo os parafusos são os mesmos, diz a marca. Veja: Ford lança Nova Ranger 2013 - Confira todas as versões.

O objetivo de qualquer picape média atualmente é se aproximar de um carro quando o assunto é interior e dirigibilidade. E a Ranger não é exceção.


Primeiras (e curtas) impressões

A Ford promoveu um (mal elaborado) teste da nova Ranger em Salta, no interior da Argentina. Avaliamos a nova picape por cerca de 80 km, mas só 20 deles como motorista – e, pior, apenas num trecho off-road, sem experimentar como condutor condições de asfalto, seja em rodovias ou perímetros urbanos.

A primeira experiência foi no lugar do passageiro dianteiro, que deixou boas impressões. Os bancos são confortáveis como na maioria dos Ford, a operação do rádio e do ar-condicionado bizona é simples e o espaço é satisfatório – mesmo após o passageiro de trás ter solicitado que o banco dianteiro fosse movido para frente.

Tal pedido sugeriu que o espaço traseiro poderia ser escasso, mas nos 20 km seguintes como ocupante da segunda fileira foi possível notar que a Ranger é diferente nesse ponto: há razoável espaço para as pernas, o assento é mais alto do que o comum e o encosto é mais inclinado do que nas concorrentes. Não chega, no entanto, a ter o conforto de sedã que a marca tenta emplacar.


O acabamento mostra que a união entre materiais simples, bom gosto e qualidade de construção pode ser uma realidade.

A única versão oferecida para o teste era equipada com motor 3.2 (diesel) e câmbio manual. Curiosamente, tratava-se de uma Limited, que não será vendida no Brasil – por aqui, apenas a versão XLT traz a combinação motor 3.2 e câmbio manual.

A posição de guiar, essa sim, pode se assemelhar mais à de um sedã, com destaques para o volante de boa empunhadura e o painel, que esbanja bom gosto e clareza nas informações. A alavanca de câmbio à mão do motorista completa as boas notícias em relação à ergonomia.


O circuito off-road era formado por subidas com elevado grau de inclinação, vencidos com facilidade; descidas onde o controle automático de velocidade em descidas segurou a picape com habilidade; e um córrego atravessado sem dificuldades. A impressão é que era possível exigir mais da picape.

Quanto a motor e câmbio, o primeiro mostra força em baixas rotações e – ao menos da visão de passageiro – vai bem em altas; enquanto o segundo tem engates que exigem certa paciência nos primeiros quilômetros, mas melhoram com o tempo. São mais agradáveis do que os de S10 e Frontier, mas ficam longe da precisão do da Amarok.

O primeiro contato com a Ranger deixa a suspeita de que o segmento de picapes médias tem ela e a Amarok num patamar superior de qualidade de construção e dirigibilidade – e que sua antecessora ficou anos-luz no passado. A confirmação virá num futuro contato mais extenso.






Por: Rodrigo Mora / De Salta, Argentina - o jornalista viajou a convite da Ford
Fonte: G1.Globo.com

domingo, 1 de julho de 2012

Nova Mercedes-Benz CLS Shooting Brake 2013 em detalhes

Confira dois vídeos da nova Mercedes-Benz CLS Shooting Brake



Nova Mercedes-Benz CLS Shooting Brake será uma das maiores atrações da marca alemã para o Salão de Paris (Setembro).

Ford lança Nova Ranger 2013 - Confira todas as versões

Preço inicial é de R$ 61.900



A Ford lança a nova geração da picape Ranger com 13 versões e três motores: 3.2 Diesel, 2.5 Flex e o 2.2 Diesel, este último direcionado para frotistas. As versões disponíveis são: Limited, XLT, XLS e XL. A versão mais em conta, a Ranger Cabine Simples com motor 2.5 Flex, tem preço inicial de R$ 61.900. Confira a tabela de preços completa.

Todas as opções equipadas com motor diesel serão equipadas com tração 4×4, enquanto as versões flex serão oferecidas somente com tração 4×2.


Preços da Nova Ranger

A Nova Ranger Diesel cabine simples XLS 4×4 chega com preço inicial de R$97.900. Já a cabine dupla XLS 4×4 parte de R$106.900.

A Nova Ranger Diesel cabine dupla XLT 4×4 sai por R$114.900 com transmissão manual e R$120.400 na versão automática. A topo de linha Limited com cabine dupla, tração 4×4 e transmissão automática custa R$130.900.A Nova Ranger 2.5 Flex XLS com cabine simples e pacote Top – incluindo airbags, vidros e espelhos elétricos, alarme, piloto automático, rádio e CD/MP3 com Bluetooth, comandos de áudio no volante, faróis de neblina e desembaçador do vidro traseiro – sai por R$61.900.

A Nova Ranger Flex com cabine dupla XLS parte de R$67.600. A cabine dupla XLT sai por R$75.500 e a Limited por R$87.500.


Versões e itens de série:

Ranger XL (frotista) – vem equipada de série com tração 4×4 com diferencial traseiro blocante, direção hidráulica, ar-condicionado, travas elétricas com controle remoto, freios ABS nas 4 rodas com EBD, alarme volumétrico, computador de bordo com sete funções, coluna de direção com regulagem de altura, abertura interna do tanque de combustível, chave tipo canivete, console no teto com luz de leitura e porta-óculos, rodas de aço 16 polegadas, vidros e retrovisores externos com acionamento manual e para-choques, maçanetas e retrovisores externos em preto.

Ranger XLS – além dos itens da XL, acrescenta vidros elétricos com acionamento a um toque para o motorista, retrovisores elétricos, rádio AM/FM com CD/MP3 e tela colorida de 4,2 polegadas, apoio de braço no banco traseiro, rodas de liga leve de 16 polegadas e para-choque dianteiro pintado na cor do veículo, além de airbags e faróis de neblina nas versões Diesel cabine dupla.

Ranger XLT – é equipada também com airbag duplo, ar-condicionado digital dual zone, programa eletrônico de estabilidade (ESP) com oito funções, sistema de áudio com Bluetooth, sensor de estacionamento traseiro, piloto automatico, abertura e fechamento global com controle remoto, vidros elétricos com acionamento a um toque e sistema antiesmagamento, comandos de áudio no volante, bancos com ajuste de altura e lombar, rodas de liga leve de 17 polegadas, estribos laterais e vários itens cromados (grade do radiador, maçanetas internas e externas, para-choque traseiro, porta da caçamba e santantônio).

Ranger Limited – A versão topo de linha dispõe também de airbags laterais, airbags de cortina, GPS com tela colorida de 5 polegadas, câmera traseira, sensor de chuva, acendimento automático de faróis, bancos de couro, banco do motorista com ajuste elétrico em oito direções, santantônio esportivo, compartimento refrigerado, bagageiro no teto e retrovisores externos dobráveis eletricamente com piscas e luz de cortesia integrados.


Resumo – Preços

Ranger 2.5 Flex 4×2 Cabine Simples XLS – R$61.900
Ranger 2.5 Flex 4×2 Cabine Dupla XLS – R$67.600
Ranger 2.5 Flex 4×2 Cabine Dupla Limited – R$87.500

Ranger 2.2 Diesel 4×4 XL Cabine Simples Manual – R$ 77.900
Ranger 2.2 Diesel 4×4 XL Cabine Dupla Manual – R$ 92.500

Ranger 3.2 Diesel 4×4 Cabine Simples XLS Manual – R$ 97.900
Ranger 3.2 Diesel 4×4 Cabine Dupla XLS Manual – R$ 106.900
Ranger 3.2 Diesel 4×4 Cabine Dupla XLT Automática – R$ 120.400
Ranger 3.2 Diesel 4×4 Cabine Dupla XLT Manual – R$114.900
Ranger 3.2 Diesel 4×4 Cabine Dupla Limited Automática – R$ 130.900

Publicaremos em seguida as informações técnicas e as impressões iniciais ao dirigir a Nova Ranger em vias pavimentadas e também em trechos off-road.


Por: Fábio Trindade De Salta, Argentina / *Viagem à convite da Ford 
Fonte: Carplace

Novo presidente da Ford da entrevista no lançamento da nova Ranger

Steven Armstrong se apresenta em convenção para 300 jornalistas no lançamento da Ranger



Steven Armstrong se apresentou à imprensa durante o lançamento da picape Ranger (foto: Mário Curcio)

Na noite deste sábado, 30 de junho, Steven Armstrong apareceu pela primeira vez num evento organizado para a imprensa. Desde 1º de janeiro ele preside a Ford do Brasil. Armstrong é inglês, mas veio da Getrag Transmissions, na Alemanha, onde era o COO (a empresa forma uma joint venture com a montadora). Estudou Economia e Administração de Empresas. Aparentemente mais descontraído que seu antecessor, Marcos de Oliveira, que está se aposentando, Armstrong deixou a gravata de lado e abriu um botão da camisa, como se quisesse quebrar o gelo na noite de sua apresentação.

AB – Há quanto tempo o senhor atua na Ford? 

Armstrong – Desde 1987. Atuei nas áreas de compras, design, engenharia e manufatura e também em qualidade.

O senhor tem família? Ela se mudará para o Brasil também? 

Sim, tenho um filho morando na China, uma filha na Inglaterra e minha esposa está na Suécia. Todos virão para o Brasil.

O senhor chega com algum grande desafio no Brasil, como o desenvolvimento de novos carros? 

O Brasil é um mercado muito dinâmico e estamos sempre trabalhando em novos produtos.

Recentemente, uma revista descobriu um novo sedã compacto (derivado do próximo Ka) em gestação. Onde será produzido, em Camaçari ou São Bernardo do Campo? 

Não posso falar. Neste momento, vamos nos concentrar no lançamento da picape Ranger!

Por: Mário Curcio / Fonte: Automotive Business

GM pode demitir em massa em São José dos Campos, diz sindicato

Montadora reuniu-se com sindicato local e admite medidas drásticas no setor MVA



A General Motors afirmou, na sexta-feira, dia 29, em reunião com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (cidade do Vale do Paraíba), que reduzirá ainda mais a produção do setor MVA, onde são fabricados os modelos Corsa, Classic, Meriva e Zafira e que, neste momento, não haverá novos investimentos na fábrica. A redução da produção, segundo a GM, resultará em medidas drásticas em relação à mão de obra excedente. 

Para o sindicato, está clara a intenção da montadora em realizar demissão em massa na fábrica. O MVA reúne hoje cerca de 1,5 mil trabalhadores. Desde o dia 18 de junho, o setor já vem trabalhando com um turno a menos. Uma reunião para discutir o assunto deve ocorrer em dia 23 de julho entre a montadora, o Ministério do Trabalho, a Secretaria Estadual de Trabalho, a prefeitura de São José dos Campos e o sindicato.

Segundo a entidade que reúne os trabalhadores, o diretor de assuntos Institucionais da GM, Luiz Moan, comprometeu-se a agendar a reunião com os representantes dos governos federal, estadual e municipal. A confirmação será feita na próxima semana. Diante da iminência das demissões, o Sindicato intensifica, a partir de segunda-feira, dia 2, uma campanha em defesa do emprego na GM. Será realizada uma série de atividades, inclusive com mobilizações, para chamar a atenção da sociedade e exigir que o poder público interfira e evite as demissões.

Na segunda-feira termina o Programa de Demissões Voluntárias (PDV) aberto pela GM no dia 22 de junho. A montadora afirmou para o sindicato que não pretende prolongar o PDV, mas não informou a meta pretendida nem quantos trabalhadores já aderiram ao programa. A fábrica de São José dos Campos passou por dois PDVs em junho. O primeiro ficou aberto entre os dias 5 e 15 e houve a adesão de 186 trabalhadores. No dia 27, uma manifestação em favor da manutenção dos empregos paralisou o setor MVA por duas horas.

Se o fechamento do MVA realmente ocorrer, a fábrica passará a produzir apenas a S10, os kits de exportação, motores e transmissões, além de plásticos injetados e itens estampados. Hoje a planta emprega cerca de 7,5 mil funcionários. Na reunião desta sexta-feira, o Sindicato cobrou abertura de negociação da pauta de reivindicações, que inclui a produção integral do Classic em São José dos Campos, nacionalização dos carros importados, fim das demissões, manutenção dos postos de trabalho e volta da produção de caminhões na planta.



Fonte: Automotive Business

Avaliação: Novo BMW Série 3 no Brasil

Sexta geração do sedã traz um nível diferenciado de conforto e motorização por R$ 171.400



Proprietários de BMW, daqueles que defendem as cores da marca com unhas e dentes, sabem muito bem que o prazo de validade dos carros da marca, do início de sua produção a descontinuação, é de exatos sete anos com direito ainda a um facelift no meio do caminho. Ou seja, desavisados que compraram um Série 3 no mês passado já estão com um (caro) veículo defasado na garagem tamanho é o grau de evolução na nova geração do sedã.

Esse salto evolutivo vem sendo a tônica dos novos automóveis da BMW, que estão passando de veículos de luxo apenas tradicionais para máquinas muito mais refinadas no que diz respeito a conforto, dirigibilidade e tecnologia. Os novos X3 e Série 1 que o digam: ambos viraram referências em suas categorias. O mesmo agora ocorre na mudança de linha do Série 3, que chega à sexta geração trazendo o que a marca já fez de melhor em sua história.

E alterar as características desse produto não é nada fácil, afinal é o carro mais rentável da marca alemã no mundo – no Brasil o X1 lidera à frente do sedã. Por isso, todo cuidado é pouco nesse processo, pois o padrão de qualidade da BMW não aprova algo abaixo do “surpreendente”.


Visual elegante, conteúdo moderno

Se antes o sedã possuía uma “pegada” mais esportiva, com para-choques e capô com desenhos “musculosos”, o novo Série 3 tende para o lado “executivo” ao adotar um visual mais comportado e frio, sem grande ressaltos de lataria ou penduricalhos cromados. Na frente, os faróis foram redesenhados, ficando mais afunilados, e a grade em duplo rim foi levemente esticada. A traseira muda menos, com destaque apenas para as novas lanternas com LEDs.

O interior, em contrapartida a atualização externa, muda bastante. Essa parte, aliás, era um dos pontos fracos da geração passada do Série 3 que, apesar da fleuma luxuosa, ainda trazia um acabamento sem graça na cabine, para não dizer pobre, já que estamos falando de um automóvel de luxo. A mudança tornou o habitáculo não só mais bonito, como também mais inteligente, envolvente e, sobretudo, moderno. O painel ganhou até uma tela de LCD e sistema head-up display, um quadro de instrumentos holográfico projetado no parabrisa. Outro destaque é o BMW Online, onde o condutor e passageiro podem acessar a internet a partir de uma interface presente no próprio carro e baixar aplicativos, como Facebook e Google.



A lista de itens – no 328i – inclui ainda 8 airbags, controles eletrônicos de tração e estabilidade, bancos com ajuste elétrico e aquecimento, ar-condicionado dual zone e o sistema iDrive de entretenimento e auxílio, que contempla GPS, áudio, entradas auxiliares e até televisão.

Persiste ainda, porém, os problemas com espaço. Embora a marca afirme ter aumentado o comprimento, largura e distância entre-eixos do sedã, o aperto no banco traseiro continua. É bem difícil levar três adultos, mesmo de estatura média, nesse banco. Motorista e passageiro, por outro lado, viajam muito bem e a capacidade do porta-malas subiu ligeiramente e leva 480 litros – a linha anterior carregava 450 l. Outra ressalva, em tempos de recursos avançados, é a insistência da BMW no freio de estacionamento manual quando os concorrentes já contam com sistema elétrico e até automático (o novo Audi A4 é um exemplo).


Acelerando o futuro

O iG Carros provou a versão intermediária 328i, que passa a ocupar o posto do modelo 325i, descontinuado. E que beleza de automóvel. Tem vigor e para acelerar como um esportivo e uma suspensão com respostas muito suaves e precisas, mesmo andando no decrépito asfalto brasileiro. A geração anterior sofria com essa parte.

O motor do 328i é da nova safra da BMW, que esta focada no downsizing, a onda por motores menores e mais eficientes. Trata-se de um bloco 2.0 litros de alumínio equipado com um moderno sistema de injeção de gasolina, que pulveriza o combustível na câmara de forma computadorizada (portanto mais preciso e eficiente), e o sistema TwinPower, que são dois turbocompressores – um para baixa e outro para médias e altas rotações.


O 328i dispõe de 245 cv e 35,9 kgfm de torque máximo a partir de meras 1.250 rpm e disponível desta forma até 4.800 rpm. Ou seja, esse Série 3 conta com força total a praticamente todo momento que se pisa no acelerador. Melhor ainda quando essa propulsão é “organizada” por um câmbio automático de 8 marchas, que permite ao motor trabalhar em rotações baixas em alta velocidade. A 120 km/h, por exemplo, o conta-giros fica nos 2.000 rpm. E aí que está um dos segredos para o baixo consumo. Segundo a marca, esse modelo percorre em média (na cidade e estrada) 15,6 km por litro de gasolina consumido. É um número e tanto para um sedã com mais de 240 cavalos e 1.430 kg de massa. Vale lembrar também que a novidade também traz sistema Auto Stop/Start, que desliga o motor automaticamente em paradas curtas para poupar gasolina.

Todo esse comportamento passivo do novo Série 3 com consumo não quer dizer que ele seja “pacato” quando o assunto é acelerar. O modelo faz isso com desenvoltura e segurança. De acordo com a marca, o 328i vai do 0 aos 100 km/h em 5,9 segundos e atinge até 250 km/h. Precisa de mais?


Fechando a conta

Para fazer bonito e marcar o terreno, a BMW vai iniciar a divulgação do novo Série 3 com a versão intermediária 328i e o modelo top de linha 335i, que tem motor de 306 cv. E, para alegria do abastado público da BMW, o sedã está mais barato: o primeiro começa em 171.400, enquanto a série de topo parte de R$ 294.950 (sem opcionais). Já a série “pé de boi” 320i por sem mais simples, menos potente e possuir menor conteúdo chega apenas em agosto com valor abaixo de R$ 130.000, conforme adiantou a marca.

Revigorado, o novo Série 3, ao lado do Audi A4, é uma das opções mais avançadas de sua categoria. Mas é bom lembrar que os engenheiros da BMW trabalham duro todos dias para daqui sete anos esse carro ficar novamente defasado.

Dados técnicos

Preço: R$ 171.400
Capacidade: 5 passageiros
Velocidade máxima: 250 km/h
0 a 100 km/h: 5,9 s
Consumo urbano: 12,1 km/l
Potência: 245 cv
Torque: 36,5 kgfm
Porta-malas: 480 litros




Por: Thiago Vinholes / Fonte: Carros iG

Ford revela Itens de série e versões do novo EcoSport 2013

 Confira os detalhes das versões do novo Ford EcoSpot



Com lançamento programado para as próximas semanas, o novo Ford EcoSport 2013 teve revelados antes do previsto todos os equipamentos de série e gama de versões. Conforme aponta o blog Diário de Bordo do Novo EcoSport, o jipinho da Ford será oferecido nas versões S, FreeStyle e Titanium, além da SE. Confira abaixo.

Versão de entrada da linha, a configuração S trará de série direção elétrica, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos, para-choques na cora da carroceria, faróis com luzes de LED, sistema SYNC com comandos de voz, duplo airbag e freios ABS. Até agora, este foi o único modelo que teve preço revelado: R$ 53.990,00.

Acima da S, a FreeStyle trará pacote visual específico, rodas de liga leve aro 16″ e o pacote tecnologia, composto por computador de bordo, sensor de estacionamento, vidros com função one-touch, sensor anti-esmagamento, assistente de partida em rampas (HLA) e controle de estabilidade (ESC). Todos, até agora, tem motor 1.6 16V flex de até 115 cavalos.

Por fim, o modelo topo de linha Titanium traz motor 2.0 16V Duratec, rodas aro 16″, grade frontal cromada, bancos revestidos em couro, seis airbags, ar-condicionado digital e acesso inteligente Ford Power. Haverá ainda a versão SE, que não teve detalhes revelados.





Fonte: Diário de Bordo do Novo EcoSport / Carplace

O futuro do segmento Station Wagons no Brasil

 Station Wagons, segmento pode renascer no Brasil



As station wagons já foram sinônimo de status e conforto no passado e representavam o típico carro de família, mas o tempo foi passando, surgiram as minivans, os SUV’s ganharam espaço e as opões de peruas foram ficando restritas, mas sem nunca deixar de ter seu púbico fiel. 


As minivans e os utilitários esportivos tem suas vantagens, como amplo espaço interno e posição de dirigir elevada mas consomem mais e não tem a mesma estabilidade. Já as peruas ou station wagons tem design mais atraente, melhor comportamento dinâmico, além de normalmente possuírem bom espaço no porta-malas.
 

A Renault (Mègane) Grand Tour que apresentou bons números de vendas após o seu reposicionamento pela marca, se despede no mês que vem desfalcando o time das peruas médias que contará apenas com os modelos Hyundai i30 CW e Jetta Variant. O encerramento da produção do Gran Tour deverá dar mais folego a produção do utilitário Duster que é mais atrativo para a marca. 


Alguns fabricantes só disponibilizam as minivans ou crossovers por aqui, como é o caso da Nissan, Kia, Chevrolet, Ford, Citroën, Honda e Toyota, que desde o fim da Fielder, não demonstra mais nenhum movimento apontando para este segmento. 


A Ford abandonou o segmento ao descontinuar a perua média Escort SW em 2003 e lançar o SUV compacto EcoSport que chega em sua nova geração e passa a ser global. Já a Fiat tem a Palio Weekend que ganhou uma leve reestilização e deve permanecer até 2015 quando será substituída por um crossover compacto, além de oferecer também a minivan Fiat Idea. A Volkswagen tem a conhecida Parati e a Spacefox além da Peugeot com o 207 S.W e suas vendas fracas. 


Na Europa, mercado onde as minivans são sucesso, as opções são variadas possuindo modelos como o Golf S.W, Focus S.W, Hyundai i30 Tourer, Kia Cee’d S.W, Peugeot 308 Break, Mègane Estate/Grand Tour e Chevrolet Cruze S.W só pra citar algumas. 


O renascimento

No Brasil, o segmento que parece estar esquecido pode ganhar algumas novas peças importantes. No caso da Renault, a informação que tínhamos era de que a minivan Lodgy ocuparia o lugar do (Mègane) Grand Tour por aqui, mas este mês surgiram informações de estaria sendo preparada uma versão perua do Fluence (Fluence Grand Tour) que pode ser comercializada no nosso mercado.


Outra marca que pode ajudar este segmento renascer é a Ford. Unidades da nova geração do Focus em sua versão Station Wagon vêm sendo flagradas constantemente no Brasil, o que é um forte indício de homologação por aqui. Neste caso, as informações preliminares são de que o modelo poderá ser mostrado ao público brasileiro no Salão do Automóvel em outubro, mas suas vendas devem começar somente no ano que vem. 


Além dessas opções, tudo indica que em 2013 deveremos ter a nova i30 Tourer que vai substituir a atual i30 CW com seu design já datado se levarmos em conta a nova identidade visual da marca coreana. 


Se todos esses lançamentos se confirmarem, este segmento um tanto esquecido pelas montadoras pode voltar a ter o seu merecido reconhecimento e status, já que as marcas possuem bons produtos para preencher esta lacuna, bastando oferecê-los em nosso mercado.

Fonte: Carplace